Publicação
Cheguei primeiro! Autoctonia e nostalgia nacional como mecanismos de redução do preconceito
| Resumo: | Resumo: Este estudo explorou novos mecanismos através dos quais o modelo da identidade endogrupal comum melhora as atitudes intergrupais (Gaertner & Dovidio, 2000). Especificamente, explorou-se se representações identitárias mais inclusivas de grupo único e de dupla identidade melhoram as atitudes intergrupais, através da redução da nostalgia nacional, da autoctonia e das emoções intergrupais negativas, relativamente a 3 grupos de imigrantes a residir em Portugal (i.e., africanos, brasileiros e ucranianos). Participaram neste estudo 305 participantes de origem portuguesa, que preencheram um questionário com as medidas de interesse. Os resultados revelaram que, tal como esperado, a representação identitária de grupo único esteve associada a atitudes intergrupais mais positivas (i.e., verificou-se uma diminuição da distância social e aumento dos sentimentos positivos), através da redução da autoctonia e das emoções intergrupais negativas. No entanto, contrariamente ao esperado, as representações identitárias inclusivas não estiveram associadas a atitudes positivas, através da redução da nostalgia nacional. Este trabalho mostrou, pela primeira vez, que identidades inclusivas são uma estratégia que pode reduzir a adesão a argumentos autóctones, promovendo assim atitudes mais positivas e uma integração bem-sucedida dos imigrantes que chegam à Europa. |
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| Autores principais: | Reis, Nivalda Novo |
| Outros Autores: | Guerra, Rita |
| Assunto: | Identidades inclusivas Nostalgia nacional Autoctonia Relações intergrupais Common in-group identity National nostalgia Autochthony Intergroup relations |
| Ano: | 2018 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Ispa-Instituto Universitário |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório do Ispa - Instituto Universitário |
| Resumo: | Resumo: Este estudo explorou novos mecanismos através dos quais o modelo da identidade endogrupal comum melhora as atitudes intergrupais (Gaertner & Dovidio, 2000). Especificamente, explorou-se se representações identitárias mais inclusivas de grupo único e de dupla identidade melhoram as atitudes intergrupais, através da redução da nostalgia nacional, da autoctonia e das emoções intergrupais negativas, relativamente a 3 grupos de imigrantes a residir em Portugal (i.e., africanos, brasileiros e ucranianos). Participaram neste estudo 305 participantes de origem portuguesa, que preencheram um questionário com as medidas de interesse. Os resultados revelaram que, tal como esperado, a representação identitária de grupo único esteve associada a atitudes intergrupais mais positivas (i.e., verificou-se uma diminuição da distância social e aumento dos sentimentos positivos), através da redução da autoctonia e das emoções intergrupais negativas. No entanto, contrariamente ao esperado, as representações identitárias inclusivas não estiveram associadas a atitudes positivas, através da redução da nostalgia nacional. Este trabalho mostrou, pela primeira vez, que identidades inclusivas são uma estratégia que pode reduzir a adesão a argumentos autóctones, promovendo assim atitudes mais positivas e uma integração bem-sucedida dos imigrantes que chegam à Europa. |
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