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As características pessoais e profissionais dos psicoterapeutas

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Detalhes bibliográficos
Resumo:São vários os autores que remetem para a importância das características pessoais do psicoterapeuta, e para a sua influência decisiva no andamento do processo psicoterapêutico. Nesta perspectiva, a pessoa do psicoterapeuta é a variável mais importante no processo psicoterapêutico, uma vez que a sua personalidade e experiência actuam sobre os resultados. Assim, pode-se considerar que no desempenho do seu papel têm de estar criadas as condições para que o psicoterapeuta possa fazer uso de todas as suas potencialidades, além do conhecimento teórico e técnico adquirido, e possa usar no seu trabalho as características pessoais que mais beneficiam o grau de satisfação do paciente com o processo psicoterapêutico, pois potenciam uma relação verdadeira, profunda e construtiva para o paciente. Os resultados demonstram que o facto de os alunos terem estado ou não em psicoterapia altera significativamente a relevância dada às características do psicoterapeuta. Os alunos que estiveram em psicoterapia dão maior relevância às características pessoais do psicoterapeuta, os que não estiveram em psicoterapia privilegiam as características profissionais do mesmo. Espera-se que os resultados deste estudo exploratório contribuam de alguma forma para alimentar as reflexões e discussões à volta desta temática.
Autores principais:Borges, Maria José Filhó
Assunto:Psicoterapia Psicoterapeuta Análise Psycotherapy Psychotherapist Personal psychoanalysis
Ano:2009
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Ispa-Instituto Universitário
Idioma:português
Origem:Repositório do Ispa - Instituto Universitário
Descrição
Resumo:São vários os autores que remetem para a importância das características pessoais do psicoterapeuta, e para a sua influência decisiva no andamento do processo psicoterapêutico. Nesta perspectiva, a pessoa do psicoterapeuta é a variável mais importante no processo psicoterapêutico, uma vez que a sua personalidade e experiência actuam sobre os resultados. Assim, pode-se considerar que no desempenho do seu papel têm de estar criadas as condições para que o psicoterapeuta possa fazer uso de todas as suas potencialidades, além do conhecimento teórico e técnico adquirido, e possa usar no seu trabalho as características pessoais que mais beneficiam o grau de satisfação do paciente com o processo psicoterapêutico, pois potenciam uma relação verdadeira, profunda e construtiva para o paciente. Os resultados demonstram que o facto de os alunos terem estado ou não em psicoterapia altera significativamente a relevância dada às características do psicoterapeuta. Os alunos que estiveram em psicoterapia dão maior relevância às características pessoais do psicoterapeuta, os que não estiveram em psicoterapia privilegiam as características profissionais do mesmo. Espera-se que os resultados deste estudo exploratório contribuam de alguma forma para alimentar as reflexões e discussões à volta desta temática.