Publicação
Stresse ocupacional e inteligência emocional: Explorando os efeitos no local de trabalho
| Resumo: | O presente estudo tem como objectivo verificar de que forma é que a percepção do stresse ocupacional (SO) é influenciada pela inteligência emocional (IE), aferindo se sujeitos com elevada IE experimentam níveis de SO mais baixos comparativamente a sujeitos com baixa IE. Este trabalho segue o forte consenso na literatura (Goleman, 1997; Nikolaous & Tsaousis, 2002; Slaski e Cartwright, 2003; Limonero et al, 2004) em que a IE, como competência passível de ser desenvolvida, pode apresentar-se como fundamental na regulação do stresse, saúde e bem-estar. A amostra do estudo (n= 190) foi constituída por médicos, enfermeiros e professores. Aplicou-se o Emotional Schutte’s Inventory (Schutte, Mallouf, Hall, Haggerty, Cooper, Golden & Dornheim, 1998) adaptado para a população portuguesa por Clemente (2004) e o Occupational Stress Indicator (Cooper, Sloan & Williams, 1988), adaptado para Portugal por Cunha, Cooper, Reis & Fernandes (1992). Verificou-se que a hipótese em estudo foi confirmada, constatando-se que indivíduos com elevada IE percepcionam níveis mais reduzidos de SO, designadamente no que respeita aos factores intrínsecos à função, à gestão da função e ao relacionamento no âmbito da função. Estas conclusões reforçam a estrutura teórica que este estudo tem por base (Cooper, 1998; Mayer & Salovey, 2000, Slaski & Cartwight, 2002, 2003; Bulik, 2005) tendo um potencial significativo na gestão de stresse ocupacional e em todas as práticas de recursos humanos nas organizações. |
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| Autores principais: | Chaves, Elisabete Dinis |
| Assunto: | Inteligência emocional Stresse ocupacional Contexto laboral Occupational stress Emotional intelligence Work environment |
| Ano: | 2008 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Ispa-Instituto Universitário |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório do Ispa - Instituto Universitário |
| Resumo: | O presente estudo tem como objectivo verificar de que forma é que a percepção do stresse ocupacional (SO) é influenciada pela inteligência emocional (IE), aferindo se sujeitos com elevada IE experimentam níveis de SO mais baixos comparativamente a sujeitos com baixa IE. Este trabalho segue o forte consenso na literatura (Goleman, 1997; Nikolaous & Tsaousis, 2002; Slaski e Cartwright, 2003; Limonero et al, 2004) em que a IE, como competência passível de ser desenvolvida, pode apresentar-se como fundamental na regulação do stresse, saúde e bem-estar. A amostra do estudo (n= 190) foi constituída por médicos, enfermeiros e professores. Aplicou-se o Emotional Schutte’s Inventory (Schutte, Mallouf, Hall, Haggerty, Cooper, Golden & Dornheim, 1998) adaptado para a população portuguesa por Clemente (2004) e o Occupational Stress Indicator (Cooper, Sloan & Williams, 1988), adaptado para Portugal por Cunha, Cooper, Reis & Fernandes (1992). Verificou-se que a hipótese em estudo foi confirmada, constatando-se que indivíduos com elevada IE percepcionam níveis mais reduzidos de SO, designadamente no que respeita aos factores intrínsecos à função, à gestão da função e ao relacionamento no âmbito da função. Estas conclusões reforçam a estrutura teórica que este estudo tem por base (Cooper, 1998; Mayer & Salovey, 2000, Slaski & Cartwight, 2002, 2003; Bulik, 2005) tendo um potencial significativo na gestão de stresse ocupacional e em todas as práticas de recursos humanos nas organizações. |
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