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O empowerment estrutural como mediador na relação do trabalho emocional e engagement.

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Resumo:Cada vez mais as Organizações têm consciência da importância do papel das interacções estabelecidas entre os colaboradores e clientes, nos outcomes organizacionais, assim procuram controlar essas interacções o mais possível, estabelecendo directrizes pelas quais os colaboradores se devem guiar. Assim, o objectivo da presente investigação é perceber o papel das estruturas disponíveis no ambiente laboral, da ligação ao trabalho no trabalho emocional. Assim como também, procurou-se saber o tipo de relação estabelecida entre estas variáveis e as estratégias de coping usadas em situações de stress. Um total de 147 trabalhadores de prestação de serviços, participaram neste estudo. Utilizou-se a ELS - Emotional Labour Scale, desenvolvida por Brotheridge e Lee (1998) para avaliar o trabalho emocional, a Utrecht Work Engagement Scale – UWES, de Schaufelli e Bakker (2003), para a avaliação do Engagement, e a Coping Survey de Latack (1986), para avaliar as estratégias de copinjg, adaptados por D’Oliveira (2013), e por fim para avaliar o Empowerment Estrutural foi utilizada a Conditions of Work Effectiveness Questionnaire II – CWEQ-II2, desenvolvida por Laschinger et al. (2001), e adaptada por D’Oliveira (2014). Apesar de os resultados, não terem confirmado o papel de mediador do Empowerment Estrutural, na relação do Trabalho Emocional e Engagement, foram encontrados efeitos negativos do trabalho emocional, nomeadamente da actuação superficial, no Engagement e nas duas dimensões do Empowerment estrutural (Empowerment Formal e Informal). Os resultados revelaram ainda que a Actuação Profunda e o Engament, são bons preditores do Coping de Controlo Cognitivo. A relevância dos resultados para o desenvolvimento de intervenções aplicadas nomeadamente no âmbito da gestão das emoções é apresentada, bem como discutidas pistas para futuras investigações.
Autores principais:Tavares, Vânia Cristina Gomes
Assunto:Trabalho emocional Engagement Empowerment estrutural Coping Emotional labor Engagement Structural empowerment Coping
Ano:2014
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Ispa-Instituto Universitário
Idioma:português
Origem:Repositório do Ispa - Instituto Universitário
Descrição
Resumo:Cada vez mais as Organizações têm consciência da importância do papel das interacções estabelecidas entre os colaboradores e clientes, nos outcomes organizacionais, assim procuram controlar essas interacções o mais possível, estabelecendo directrizes pelas quais os colaboradores se devem guiar. Assim, o objectivo da presente investigação é perceber o papel das estruturas disponíveis no ambiente laboral, da ligação ao trabalho no trabalho emocional. Assim como também, procurou-se saber o tipo de relação estabelecida entre estas variáveis e as estratégias de coping usadas em situações de stress. Um total de 147 trabalhadores de prestação de serviços, participaram neste estudo. Utilizou-se a ELS - Emotional Labour Scale, desenvolvida por Brotheridge e Lee (1998) para avaliar o trabalho emocional, a Utrecht Work Engagement Scale – UWES, de Schaufelli e Bakker (2003), para a avaliação do Engagement, e a Coping Survey de Latack (1986), para avaliar as estratégias de copinjg, adaptados por D’Oliveira (2013), e por fim para avaliar o Empowerment Estrutural foi utilizada a Conditions of Work Effectiveness Questionnaire II – CWEQ-II2, desenvolvida por Laschinger et al. (2001), e adaptada por D’Oliveira (2014). Apesar de os resultados, não terem confirmado o papel de mediador do Empowerment Estrutural, na relação do Trabalho Emocional e Engagement, foram encontrados efeitos negativos do trabalho emocional, nomeadamente da actuação superficial, no Engagement e nas duas dimensões do Empowerment estrutural (Empowerment Formal e Informal). Os resultados revelaram ainda que a Actuação Profunda e o Engament, são bons preditores do Coping de Controlo Cognitivo. A relevância dos resultados para o desenvolvimento de intervenções aplicadas nomeadamente no âmbito da gestão das emoções é apresentada, bem como discutidas pistas para futuras investigações.