Publicação
A auto-determinação em pessoas com autismo
| Resumo: | Ao longo de vários anos tem sido salientada a importância que a auto-determinação tem na vida de todos e o quanto são fundamentais as oportunidades de escolha, de tomada de decisões e de um trabalho conjunto para a promoção de comportamentos de autodeterminação junto das pessoas, incluíndo as pessoas com autismo. Neste sentido, pretendiase com esta investigação observar os comportamentos auto-determinados em duas pessoas com autismo, nomeadamente a cinco níveis: conhecimento e valorização de si, actuar, planear e experienciar resultados e aprender e, ainda, avaliar questões relacionadas com a autonomia. Os participantes da amostra foram um jovem adulto com 18 anos e um adulto com 27 anos, do sexo masculino, ambos com autismo; os técnicos que os acompanhavam e as mães. Foram utilizados dois questionários e uma checklist de observação, cujos autores são Alan Hoffman, Sharon Field e Shlomo Sawilowsky (2004). Com esta metodologia, foi possível verificar que, em termos de auto-determinação, existem algumas dificuldades por parte destas pessoas com autismo, mas o fundamental é que apresentam comportamentos auto-determinados no seu dia-a- dia, mostrando deste modo, que têm habilidades de empowerment nas suas vidas. |
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| Autores principais: | Gonçalves, Rita Margarida Duarte |
| Assunto: | Auto-determinação Autismo Adultos Perspectiva ecológica Self-determination Autism Adults Ecological approach |
| Ano: | 2008 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Ispa-Instituto Universitário |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório do Ispa - Instituto Universitário |
| Resumo: | Ao longo de vários anos tem sido salientada a importância que a auto-determinação tem na vida de todos e o quanto são fundamentais as oportunidades de escolha, de tomada de decisões e de um trabalho conjunto para a promoção de comportamentos de autodeterminação junto das pessoas, incluíndo as pessoas com autismo. Neste sentido, pretendiase com esta investigação observar os comportamentos auto-determinados em duas pessoas com autismo, nomeadamente a cinco níveis: conhecimento e valorização de si, actuar, planear e experienciar resultados e aprender e, ainda, avaliar questões relacionadas com a autonomia. Os participantes da amostra foram um jovem adulto com 18 anos e um adulto com 27 anos, do sexo masculino, ambos com autismo; os técnicos que os acompanhavam e as mães. Foram utilizados dois questionários e uma checklist de observação, cujos autores são Alan Hoffman, Sharon Field e Shlomo Sawilowsky (2004). Com esta metodologia, foi possível verificar que, em termos de auto-determinação, existem algumas dificuldades por parte destas pessoas com autismo, mas o fundamental é que apresentam comportamentos auto-determinados no seu dia-a- dia, mostrando deste modo, que têm habilidades de empowerment nas suas vidas. |
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