Publicação
O Idoso e a institucionalização: O fenómeno da solidão
| Resumo: | O presente trabalho tem como objectivo analisar em que medida o idoso se acha ou se sente desacompanhado ou só. Pretende-se mais especificamente saber se a institucionalização está associada a uma maior solidão.Procura-se ainda analisar as relações entre estas alterações e a prevalência de apoio familiar ao longo desta mudança significativa na vida do idoso. Os instrumentos utilizados na recolha de dados foram um questionário Sócio Demográfico e um questionário SELSA-S (Short Version of the Social and Emotional Loneliness Scale for Adults), aplicados a uma amostra de sujeitos idosos, com idades superiores a 65 anos, residentes numa instituição há mais de 30 meses, e a uma amostra de sujeitos idosos, com idades superiores a 69 anos, não residentes numa instituição. Os resultados apontam para maiores níveis de solidão na dimensão Romântica e são os sujeitos solteiros, divorciados e viúvos que sentem mais solidão. Os idosos institucionalizados apresentam maiores níveis de solidão do que os idosos não institucionalizados o que vem de encontro aos resultados esperados. Não existem diferenças significativas entre quem tem um filho, dois filhos e quem tem três ou mais filhos em todas as dimensões. Também não existem diferenças entre quem recebe visitas e quem não recebe visitas, diariamente, semanalmente, quinzenalmente, mensalmente. |
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| Autores principais: | Silva, Cristina Paula Andrade Martins da |
| Assunto: | Idosos Institucionalização Família Solidão Elderly Institutionalization Family Loneliness |
| Ano: | 2012 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Ispa-Instituto Universitário |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório do Ispa - Instituto Universitário |
| Resumo: | O presente trabalho tem como objectivo analisar em que medida o idoso se acha ou se sente desacompanhado ou só. Pretende-se mais especificamente saber se a institucionalização está associada a uma maior solidão.Procura-se ainda analisar as relações entre estas alterações e a prevalência de apoio familiar ao longo desta mudança significativa na vida do idoso. Os instrumentos utilizados na recolha de dados foram um questionário Sócio Demográfico e um questionário SELSA-S (Short Version of the Social and Emotional Loneliness Scale for Adults), aplicados a uma amostra de sujeitos idosos, com idades superiores a 65 anos, residentes numa instituição há mais de 30 meses, e a uma amostra de sujeitos idosos, com idades superiores a 69 anos, não residentes numa instituição. Os resultados apontam para maiores níveis de solidão na dimensão Romântica e são os sujeitos solteiros, divorciados e viúvos que sentem mais solidão. Os idosos institucionalizados apresentam maiores níveis de solidão do que os idosos não institucionalizados o que vem de encontro aos resultados esperados. Não existem diferenças significativas entre quem tem um filho, dois filhos e quem tem três ou mais filhos em todas as dimensões. Também não existem diferenças entre quem recebe visitas e quem não recebe visitas, diariamente, semanalmente, quinzenalmente, mensalmente. |
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