Publicação

Sexualidade na deficiência. Qual a percepção que pessoas com deficiência têm?

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:Este trabalho de investigação foi feito numa instituição no concelho de Oeiras e integra no total 9 participantes, sendo 5 do género feminino e 4 do género masculino. Os participantes deste estudo têm idades compreendidas entre os 19 e 49 anos. Inicialmente eram 10 participantes, mas um foi retirado do estudo sendo que não conseguiu responder a nenhuma questão da entrevista. A entrevista utilizada neste estudo foi do tipo histórias de vida e posteriormente foi realizada uma análise de conteúdo de forma a descrever e interpretar o conteúdo do que se retira da mesma. Os resultados permitiram compreender que a maioria dos participantes sabe o que é a sexualidade e afirmam já terem iniciado a sua vida sexual. Em contrapartida, os que não iniciaram a sua vida sexual, não falam sobre o assunto e afirmam não saberem o que é. Apenas dois participantes referiram os métodos contraceptivos, sendo que um defende a sua importância e outro refere não usar porque não gosta, apesar de ter explicado como se utiliza o preservativo.
Autores principais:Saraiva, Ana Patrícia Sousa
Assunto:Sexualidade Educação sexual Deficiência Sexuality Sex education Deficiency
Ano:2016
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Ispa-Instituto Universitário
Idioma:português
Origem:Repositório do Ispa - Instituto Universitário
Descrição
Resumo:Este trabalho de investigação foi feito numa instituição no concelho de Oeiras e integra no total 9 participantes, sendo 5 do género feminino e 4 do género masculino. Os participantes deste estudo têm idades compreendidas entre os 19 e 49 anos. Inicialmente eram 10 participantes, mas um foi retirado do estudo sendo que não conseguiu responder a nenhuma questão da entrevista. A entrevista utilizada neste estudo foi do tipo histórias de vida e posteriormente foi realizada uma análise de conteúdo de forma a descrever e interpretar o conteúdo do que se retira da mesma. Os resultados permitiram compreender que a maioria dos participantes sabe o que é a sexualidade e afirmam já terem iniciado a sua vida sexual. Em contrapartida, os que não iniciaram a sua vida sexual, não falam sobre o assunto e afirmam não saberem o que é. Apenas dois participantes referiram os métodos contraceptivos, sendo que um defende a sua importância e outro refere não usar porque não gosta, apesar de ter explicado como se utiliza o preservativo.