Publicação
Vinculações afetivas positivas em relações marcadas por violência : A vinculação do agredido face ao agressor
| Resumo: | O presente trabalho tem como objectivo compreender (por meio de modelos teóricos psicanalíticos) as razões que levam uma vítima de maus-tratos a estabelecer uma vinculação afectiva positiva com o seu agressor. Natascha Kampusch, uma rapariga natural de Viena, Áustria foi raptada por um desconhecido aos dez anos de idade, quando fazia sozinha o percurso a caminho da escola. Forçada a viver separada da sua família e sujeita pelo seu raptor a um cativeiro que durou oito anos e meio, Natascha experienciou ao longo de todo esse período constantes agressões físicas/psicológicas e condições de vida sub-humanas. Na sua obra biográfica “3096 Dias”, à qual se acedeu para elaborar este estudo, a vítima descreve a constante violência a que foi submetida pelo seu captor e apresenta relatos que denotam o vínculo afectivo que a vincula a ele. A dinâmica relacional entre ambos, presente na obra em questão, servirá igualmente como uma base de apoio, para melhor compreender como se geram vínculos emocionais em sujeitos agredidos face a quem os maltrata. |
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| Autores principais: | Cabrita, Ana Isabel Baptista |
| Assunto: | Vinculação afectiva positiva Agressor Vítima Positive affective bonding Aggressor Victim |
| Ano: | 2014 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso restrito |
| Instituição associada: | Ispa-Instituto Universitário |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório do Ispa - Instituto Universitário |
| Resumo: | O presente trabalho tem como objectivo compreender (por meio de modelos teóricos psicanalíticos) as razões que levam uma vítima de maus-tratos a estabelecer uma vinculação afectiva positiva com o seu agressor. Natascha Kampusch, uma rapariga natural de Viena, Áustria foi raptada por um desconhecido aos dez anos de idade, quando fazia sozinha o percurso a caminho da escola. Forçada a viver separada da sua família e sujeita pelo seu raptor a um cativeiro que durou oito anos e meio, Natascha experienciou ao longo de todo esse período constantes agressões físicas/psicológicas e condições de vida sub-humanas. Na sua obra biográfica “3096 Dias”, à qual se acedeu para elaborar este estudo, a vítima descreve a constante violência a que foi submetida pelo seu captor e apresenta relatos que denotam o vínculo afectivo que a vincula a ele. A dinâmica relacional entre ambos, presente na obra em questão, servirá igualmente como uma base de apoio, para melhor compreender como se geram vínculos emocionais em sujeitos agredidos face a quem os maltrata. |
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