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Música e emoção: Os efeitos da música nos afetos
| Summary: | Várias investigações apontam para a relação entre as preferências musicais e os afetos (e.g., Miranda & Claes, 2007; Bonneville-Roussy et al., 2013). O presente estudo procurou analisar se a regulação emocional medeia essa relação. A amostra é constituída por 301 participantes: 215 do sexo feminino (71,4%) e 86 do sexo masculino (28,6%), com idades compreendidas entre os 17 e os 30 anos, com uma média de 23.77 (DP=3,47). Os participantes responderam a três questionários de auto-relato: Short Test Of Music Preference (STOMP-R) (Rentfrow & Gosling, 2009), Positive and Negative Affect Schedule (PANAS) (Watson et. al, 1988) e Difficulties in Emotion Regulation Scale (DERS) (Gratz & Roemer, 2004). Como esperado, foram encontradas relações estatisticamente moderadas e significativas entre o nível de afeto e a preferência musical. No entanto, ao contrário do espectável, não se comprovou a existência de um efeito de mediação da regulação emocional nesta relação. Posto isto, a regulação emocional parece não contribuir para um efeito mediador no modelo proposto. Assim, o presente trabalho permitiu confirmar que níveis elevados de afeto positivo se relacionam particularmente com uma maior preferência por música Reflexiva e Complexa e, de um modo geral, que os afetos se encontram associados às preferências musicais. |
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| Main Authors: | Lourenço, Joana Raquel Lopes |
| Subject: | Preferências musicais Regulação emocional Emoções Afeto positivo Afeto positivo Musical preferences Emotional Regulation Emotions Positive Affect Negative Affect |
| Year: | 2021 |
| Country: | Portugal |
| Document type: | master thesis |
| Access type: | restricted access |
| Associated institution: | Ispa-Instituto Universitário |
| Language: | Portuguese |
| Origin: | Repositório do Ispa - Instituto Universitário |
| Summary: | Várias investigações apontam para a relação entre as preferências musicais e os afetos (e.g., Miranda & Claes, 2007; Bonneville-Roussy et al., 2013). O presente estudo procurou analisar se a regulação emocional medeia essa relação. A amostra é constituída por 301 participantes: 215 do sexo feminino (71,4%) e 86 do sexo masculino (28,6%), com idades compreendidas entre os 17 e os 30 anos, com uma média de 23.77 (DP=3,47). Os participantes responderam a três questionários de auto-relato: Short Test Of Music Preference (STOMP-R) (Rentfrow & Gosling, 2009), Positive and Negative Affect Schedule (PANAS) (Watson et. al, 1988) e Difficulties in Emotion Regulation Scale (DERS) (Gratz & Roemer, 2004). Como esperado, foram encontradas relações estatisticamente moderadas e significativas entre o nível de afeto e a preferência musical. No entanto, ao contrário do espectável, não se comprovou a existência de um efeito de mediação da regulação emocional nesta relação. Posto isto, a regulação emocional parece não contribuir para um efeito mediador no modelo proposto. Assim, o presente trabalho permitiu confirmar que níveis elevados de afeto positivo se relacionam particularmente com uma maior preferência por música Reflexiva e Complexa e, de um modo geral, que os afetos se encontram associados às preferências musicais. |
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