Publicação
Mulheres sobreviventes de violência doméstica : 4 narrativas sobre o pós-casa-abrigo
| Resumo: | Os movimentos em defesa das mulheres sobreviventes de violência doméstica emergiram na década de 70. A partir daí foram-se desenvolvendo casas-abrigo de forma a disponibilizar um local seguro e que prestasse apoio a estas mulheres. Apesar dos estudos na área da violência doméstica serem variados, poucos se dedicam ao impacto real destas instituições na vida das sobreviventes após terem saído de uma casa-abrigo. Assim, de forma a dar visibilidade à nova etapa das sobreviventes, este estudo tem como objectivo compreender o impacto das casas-abrigo na vida de quatro mulheres sobreviventes de violência doméstica, após a saída das casas. Para o estudo foi utilizado um método qualitativo designado como método das narrativas autobiográficas, através de entrevistas semiestruturadas. Pretende-se com este método, dar a conhecer as experiências destas mulheres, no pós-casa-abrigo, dando especial atenção ao que têm para nos dizer e dar a conhecer. Como resultados, constata-se que a estadia na casa-abrigo teve um sincero significado na vida destas mulheres, pois proporcionou-lhes segurança, crescimento pessoal, novas realidades e amizades. As mulheres no recomeço de uma nova vida sentem várias dificuldades, bem como necessidades que desejam ver resolvidas. Sendo uma habitação de renda baixa e mais apoio psicológico as grandes necessidades destas mulheres. |
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| Autores principais: | Silva, Ana Rita Barradas Pires Monteiro |
| Assunto: | Sobreviventes Casas-abrigo Impacto Narrativas autobiográficas Survivors Shelters Impact Autobiographical narratives |
| Ano: | 2009 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Ispa-Instituto Universitário |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório do Ispa - Instituto Universitário |
| Resumo: | Os movimentos em defesa das mulheres sobreviventes de violência doméstica emergiram na década de 70. A partir daí foram-se desenvolvendo casas-abrigo de forma a disponibilizar um local seguro e que prestasse apoio a estas mulheres. Apesar dos estudos na área da violência doméstica serem variados, poucos se dedicam ao impacto real destas instituições na vida das sobreviventes após terem saído de uma casa-abrigo. Assim, de forma a dar visibilidade à nova etapa das sobreviventes, este estudo tem como objectivo compreender o impacto das casas-abrigo na vida de quatro mulheres sobreviventes de violência doméstica, após a saída das casas. Para o estudo foi utilizado um método qualitativo designado como método das narrativas autobiográficas, através de entrevistas semiestruturadas. Pretende-se com este método, dar a conhecer as experiências destas mulheres, no pós-casa-abrigo, dando especial atenção ao que têm para nos dizer e dar a conhecer. Como resultados, constata-se que a estadia na casa-abrigo teve um sincero significado na vida destas mulheres, pois proporcionou-lhes segurança, crescimento pessoal, novas realidades e amizades. As mulheres no recomeço de uma nova vida sentem várias dificuldades, bem como necessidades que desejam ver resolvidas. Sendo uma habitação de renda baixa e mais apoio psicológico as grandes necessidades destas mulheres. |
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