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Pisco-oncologia : Ansiedade, depressão e qualidade de vida nos doentes hemato-oncológicos

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Objectivos: Este trabalho procura estudar uma possível relação entre os estados depressivos, ansiosos e a qualidade de vida nos doentes Hemato-oncológicos em internamento, recebendo tratamento em quimioterapia (tratamento principal) e radioterapia (tratamento secundário). Procuraremos investigar se existem ou não correlações significativas entre as variáveis estudadas. Metodologia e instrumentos: O nosso estudo envolveu uma população amostral de 32 doentes em internamento, no serviço de Hematologia do Hospital de Sta. Maria. Foram utilizadas as escalas: HADS (The Hospital Anxiety and Depression Scale), para a ansiedade e depressão, e o QLQ C30 (EORTC Quality of Life) para testar a qualidade de vida dos doentes oncológicos, também em contexto hospitalar. Resultados: no estudo com 32 doentes hematooncológicos, verificaram-se correlações significativas ao nível dos estados depressivos e ansiosos (r=0,691), e em duas alíneas do status global de saúde. No funcionamento emocional existe uma correlação significativa entre os estados depressivos (r=-0,758) e os estados ansiosos (r=-0,542). Em relação ao funcionamento social verificámos uma correlação significativa com os estados depressivos (r=-0,576), e uma correlação forte mas não significativa com os estados ansiosos (r=-0,421). Conclusão: As escalas utilizadas (HADS e QLQ C30), ofereceram-nos uma boa relação entre os resultados e a conclusão que deles podemos tirar, isto é, os itens explorados foram suficientemente eficazes para podermos concluir que não existem correlações significativas em todas as alíneas e que em termos de resultados gerais os resultados são interessantes, permitem-nos uma análise aprofundada mas não significativos. Relativamente à amostra, procuraremos aumentá-la exponencialmente em trabalhos futuros, para conclusões mais abrangentes.
Autores principais:Amorim, André Soares Ferreira da Silva
Assunto:Leucemia Linfoma Mieloma Ansiedade Depressão Qualidade de vida Leukemia Lymphoma Anxiety Depression Quality of life
Ano:2009
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Ispa-Instituto Universitário
Idioma:português
Origem:Repositório do Ispa - Instituto Universitário
Descrição
Resumo:Objectivos: Este trabalho procura estudar uma possível relação entre os estados depressivos, ansiosos e a qualidade de vida nos doentes Hemato-oncológicos em internamento, recebendo tratamento em quimioterapia (tratamento principal) e radioterapia (tratamento secundário). Procuraremos investigar se existem ou não correlações significativas entre as variáveis estudadas. Metodologia e instrumentos: O nosso estudo envolveu uma população amostral de 32 doentes em internamento, no serviço de Hematologia do Hospital de Sta. Maria. Foram utilizadas as escalas: HADS (The Hospital Anxiety and Depression Scale), para a ansiedade e depressão, e o QLQ C30 (EORTC Quality of Life) para testar a qualidade de vida dos doentes oncológicos, também em contexto hospitalar. Resultados: no estudo com 32 doentes hematooncológicos, verificaram-se correlações significativas ao nível dos estados depressivos e ansiosos (r=0,691), e em duas alíneas do status global de saúde. No funcionamento emocional existe uma correlação significativa entre os estados depressivos (r=-0,758) e os estados ansiosos (r=-0,542). Em relação ao funcionamento social verificámos uma correlação significativa com os estados depressivos (r=-0,576), e uma correlação forte mas não significativa com os estados ansiosos (r=-0,421). Conclusão: As escalas utilizadas (HADS e QLQ C30), ofereceram-nos uma boa relação entre os resultados e a conclusão que deles podemos tirar, isto é, os itens explorados foram suficientemente eficazes para podermos concluir que não existem correlações significativas em todas as alíneas e que em termos de resultados gerais os resultados são interessantes, permitem-nos uma análise aprofundada mas não significativos. Relativamente à amostra, procuraremos aumentá-la exponencialmente em trabalhos futuros, para conclusões mais abrangentes.