Publicação
Prevalência do Abuso Sexual de Crianças em Jovens Adultos Açorianos
| Resumo: | O presente estudo pretende conhecer a prevalência do abuso sexual de crianças (ASC) nos Açores. Foi recolhida uma amostra de 200 jovens adultos açorianos, cujas idades estão compreendidas entre os 18 e os 25 anos. Para a recolha dos dados recorri à plataforma do google docs, introduzindo o “Childhood Sexual Experiences Questionnaire, Altman (2005). Os resultados demonstraram que cerca de 16,5% dos participantes relataram pelo menos uma experiência abusiva antes dos 12 anos. Não foram encontradas grandes diferenças estatísticas na prevalência entre elementos dos sexos feminino e masculino, apesar de ser notória uma maior percentagem no primeiro. Pude ainda concluir que na maioria dos casos, o abusador era conhecido ou amigo da criança, de modo que os estranhos corresponderam apenas a uma pequena percentagem dos agressores. |
|---|---|
| Autores principais: | Barbosa, Beatriz de Medeiros |
| Assunto: | Abuso sexual de crianças Prevalência Prevenção Child sexual abuse Prevalence Prevention |
| Ano: | 2017 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso restrito |
| Instituição associada: | Ispa-Instituto Universitário |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório do Ispa - Instituto Universitário |
| Resumo: | O presente estudo pretende conhecer a prevalência do abuso sexual de crianças (ASC) nos Açores. Foi recolhida uma amostra de 200 jovens adultos açorianos, cujas idades estão compreendidas entre os 18 e os 25 anos. Para a recolha dos dados recorri à plataforma do google docs, introduzindo o “Childhood Sexual Experiences Questionnaire, Altman (2005). Os resultados demonstraram que cerca de 16,5% dos participantes relataram pelo menos uma experiência abusiva antes dos 12 anos. Não foram encontradas grandes diferenças estatísticas na prevalência entre elementos dos sexos feminino e masculino, apesar de ser notória uma maior percentagem no primeiro. Pude ainda concluir que na maioria dos casos, o abusador era conhecido ou amigo da criança, de modo que os estranhos corresponderam apenas a uma pequena percentagem dos agressores. |
|---|