Publicação
De que forma é que a magnitude da mudança influencia a forma como as equipas de bombeiros se coordenam e adaptam após um imprevisto durante uma extração
| Resumo: | Este estudo visa compreender de que modo é que a magnitude da mudança influencia a forma como as equipas de bombeiros se coordenam e se adaptam após um imprevisto durante a extração. A amostra é composta por 140 recrutas pertencentes ao Regimento de Sapadores Bombeiros Lisboa. Estes 140 participantes estão distribuídos por 28 equipas, constituídas por 6 elementos (Técnico 1, Técnico 2, Técnico 3, Técnico 4, Socorrista, Chefe). De modo a avaliar as variáveis de coordenação (implícita e explicita), foi desenvolvida uma grelha de codificação com o objetivo de codificar os comportamentos de coordenação ocorridos durante a tarefa de extração. Para avaliar o desempenho adaptativo da equipa, foi utilizada uma versão da escala de Pulakos et al. (2000), adaptada para a população portuguesa por Marques-Quinteiro, Ramos-Villagrasa, Passos e Curral (2015). Os resultados demonstram que algumas das hipóteses não foram corroboradas. No entanto, sugerem que existe uma relação significativa entre a adoção de comportamentos de coordenação implícita e a duração da tarefa. Porém, os resultados parecem indicar que não existe qualquer relação entre a coordenação explicita e implícita com a adaptação avaliada pelo líder. Verificou-se que a magnitude da mudança exerce uma influência sobre a coordenação implícita e esta, tem uma especial importância nas tarefas de rotina. |
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| Autores principais: | Venâncio, Tânia Sofia Alves |
| Assunto: | Coordenação implícita Coordenação explícita Adaptação Sentido de urgência Equipas de ação Implicit coordination Explicit coordination Adaptation Sense of urgency Action teams. |
| Ano: | 2021 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Ispa-Instituto Universitário |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório do Ispa - Instituto Universitário |
| Resumo: | Este estudo visa compreender de que modo é que a magnitude da mudança influencia a forma como as equipas de bombeiros se coordenam e se adaptam após um imprevisto durante a extração. A amostra é composta por 140 recrutas pertencentes ao Regimento de Sapadores Bombeiros Lisboa. Estes 140 participantes estão distribuídos por 28 equipas, constituídas por 6 elementos (Técnico 1, Técnico 2, Técnico 3, Técnico 4, Socorrista, Chefe). De modo a avaliar as variáveis de coordenação (implícita e explicita), foi desenvolvida uma grelha de codificação com o objetivo de codificar os comportamentos de coordenação ocorridos durante a tarefa de extração. Para avaliar o desempenho adaptativo da equipa, foi utilizada uma versão da escala de Pulakos et al. (2000), adaptada para a população portuguesa por Marques-Quinteiro, Ramos-Villagrasa, Passos e Curral (2015). Os resultados demonstram que algumas das hipóteses não foram corroboradas. No entanto, sugerem que existe uma relação significativa entre a adoção de comportamentos de coordenação implícita e a duração da tarefa. Porém, os resultados parecem indicar que não existe qualquer relação entre a coordenação explicita e implícita com a adaptação avaliada pelo líder. Verificou-se que a magnitude da mudança exerce uma influência sobre a coordenação implícita e esta, tem uma especial importância nas tarefas de rotina. |
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