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Deficiência mental e qualidade de vida : Avaliação de funcionários e utentes de um centro de formação e reabilitação profissional

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Neste estudo comparamos a avaliação feita pelas pessoas com deficiência mental sobre a sua qualidade de vida com a dos funcionários que com elas trabalham. Os participantes dividem-se por 2 grupos: o grupo 1 é constituído por 27 pessoas com deficiência mental, de nível ligeiro e moderado, com idade superior a 16 anos. O grupo 2 é constituído por 4 funcionários de um Centro de Formação e Reabilitação Profissional. A recolha de dados foi realizada através da Escala de Qualidade de Vida para Adultos (Verdugo et al., 2005). Os resultados deste estudo indicam que a maioria dos participantes com deficiência mental (44,4%) considera ter uma boa qualidade de vida, salientando-se o domínio “Desenvolvimento Pessoal” como o mais satisfatório e a “Autodeterminação” como o menos satisfatório. Verificaram-se diferenças significativas entre a avaliação de qualidade de vida feita pelos participantes com deficiência mental e a avaliação feita pelos funcionários. Após análise dos resultados percebemos que existem alguns aspectos a ser considerados de forma a melhorar a qualidade de vida das pessoas com deficiência mental, parecendo-nos fundamental ouvir a opinião destas pessoas sobre a sua própria qualidade de vida.
Autores principais:Afonso, Ana Patrícia dos Santos
Assunto:Deficiência mental Qualidade de vida Mental disabilities Quality of life
Ano:2008
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Ispa-Instituto Universitário
Idioma:português
Origem:Repositório do Ispa - Instituto Universitário
Descrição
Resumo:Neste estudo comparamos a avaliação feita pelas pessoas com deficiência mental sobre a sua qualidade de vida com a dos funcionários que com elas trabalham. Os participantes dividem-se por 2 grupos: o grupo 1 é constituído por 27 pessoas com deficiência mental, de nível ligeiro e moderado, com idade superior a 16 anos. O grupo 2 é constituído por 4 funcionários de um Centro de Formação e Reabilitação Profissional. A recolha de dados foi realizada através da Escala de Qualidade de Vida para Adultos (Verdugo et al., 2005). Os resultados deste estudo indicam que a maioria dos participantes com deficiência mental (44,4%) considera ter uma boa qualidade de vida, salientando-se o domínio “Desenvolvimento Pessoal” como o mais satisfatório e a “Autodeterminação” como o menos satisfatório. Verificaram-se diferenças significativas entre a avaliação de qualidade de vida feita pelos participantes com deficiência mental e a avaliação feita pelos funcionários. Após análise dos resultados percebemos que existem alguns aspectos a ser considerados de forma a melhorar a qualidade de vida das pessoas com deficiência mental, parecendo-nos fundamental ouvir a opinião destas pessoas sobre a sua própria qualidade de vida.