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O Modelo de Falloon para intervenção familiar na esquizofrenia: Fundamentação e aspectos técnicos

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Os autores fazem uma retrospectiva da utilização de psicoterapia comportamental em famílias de pessoas com doença mental grave, nomeadamente esquizofrenia, focando o modelo de Falloon e colaboradores (Terapia Familiar Comportamental). Trata-se de uma intervenção unifamiliar, psicoeducativa, de inspiração comportamental, que pretende melhorar a capacidade de resolução de problemas no seio da família. Os resultados estão bem documentados em termos clínicos (menores taxas de recaída), psicossociais (melhor funcionamento socio-ocupacional, menor sobrecarga familiar) e económicos. Estas intervenções estão amplamente difundidas na Europa e EUA, e as suas indicações têm sido alargadas a diversos campos da psicopatologia do adulto, bem como da infância e adolescência. Em Portugal, o treino neste tipo de intervenções tem vindo a ser feito desde 1996, ainda que, paradoxalmente, sem tradução significativa na prática clínica de rotina. As dificuldades de implementação são parcialmente comuns a outras intervenções com famílias, constituindo uma área merecedora de investigação específica.
Autores principais:Pereira, Manuel Gonçalves
Outros Autores:Xavier, Miguel; Fadden, Gráinne
Assunto:Esquizofrenia Terapia familiar Terapia comportamental Schizophrenia Family therapy Behavioural therapy
Ano:2007
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Ispa-Instituto Universitário
Idioma:português
Origem:Repositório do Ispa - Instituto Universitário
Descrição
Resumo:Os autores fazem uma retrospectiva da utilização de psicoterapia comportamental em famílias de pessoas com doença mental grave, nomeadamente esquizofrenia, focando o modelo de Falloon e colaboradores (Terapia Familiar Comportamental). Trata-se de uma intervenção unifamiliar, psicoeducativa, de inspiração comportamental, que pretende melhorar a capacidade de resolução de problemas no seio da família. Os resultados estão bem documentados em termos clínicos (menores taxas de recaída), psicossociais (melhor funcionamento socio-ocupacional, menor sobrecarga familiar) e económicos. Estas intervenções estão amplamente difundidas na Europa e EUA, e as suas indicações têm sido alargadas a diversos campos da psicopatologia do adulto, bem como da infância e adolescência. Em Portugal, o treino neste tipo de intervenções tem vindo a ser feito desde 1996, ainda que, paradoxalmente, sem tradução significativa na prática clínica de rotina. As dificuldades de implementação são parcialmente comuns a outras intervenções com famílias, constituindo uma área merecedora de investigação específica.