Publicação
Regulação amocional e os comportamentos de brincadeira em crianças do pré-escolar
| Resumo: | A presente investigação, apresenta como principal objetivo a compreensão de forma detalhada e aprofundada, a importância do contexto lúdico, do jogo e da brincadeira na regulação emocional das crianças do pré-escolar. A amostra é constituída por 51 crianças com idades compreendidas entre os quatro e cinco anos e 5 educadores, que frequentam o ensino pré-escolar de uma escola privatizada nos arredores de Lisboa. A nível de instrumentos, foi utilizado o Emotion Regulation Checklist para medir dimensões como a capacidade de regulação emocional e os níveis de labilidade emocional e, para a brincadeira, avaliou-se três domínios: a disrupção; a desconexão e interação positiva entre pares através do Penn Interactive Peer Play Scale (PIPPS). Os resultados mostram que quanto mais velha é a criança, menor é a utilização de comportamentos do tipo disruptivo, fenómeno congruente com estudos na área que mostraram através da maturação cognitiva e do desenvolvimento a aquisição de novas competências, tornando os comportamentos sociais das crianças, cada vez mais adequados e ajustados ao meio. Os dados revelam ainda que o número de interações positivas aumenta com a idade e que quantos mais habilitações literárias a figura materna possuiu menos serão os comportamentos desadequados. A perceção das mães revela que as crianças do sexo feminino apresentam melhor níveis de regulação emocional em comparação com os rapazes. No entanto em relação à perceção das educadoras face a brincadeira e os níveis de regulação emocional na visão das mães, não revela qualquer associação, mas verificou-se uma relação entre os comportamentos disruptivos e os níveis de labilidade emocional. |
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| Autores principais: | Fernandes, Beatriz Carina Mendes Cabanelas |
| Assunto: | Regulação emocional Competência social Competência emocional Jogo Brincadeira Emotional regulation Social competence Emotional competence Play Playing |
| Ano: | 2021 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso restrito |
| Instituição associada: | Ispa-Instituto Universitário |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório do Ispa - Instituto Universitário |
| Resumo: | A presente investigação, apresenta como principal objetivo a compreensão de forma detalhada e aprofundada, a importância do contexto lúdico, do jogo e da brincadeira na regulação emocional das crianças do pré-escolar. A amostra é constituída por 51 crianças com idades compreendidas entre os quatro e cinco anos e 5 educadores, que frequentam o ensino pré-escolar de uma escola privatizada nos arredores de Lisboa. A nível de instrumentos, foi utilizado o Emotion Regulation Checklist para medir dimensões como a capacidade de regulação emocional e os níveis de labilidade emocional e, para a brincadeira, avaliou-se três domínios: a disrupção; a desconexão e interação positiva entre pares através do Penn Interactive Peer Play Scale (PIPPS). Os resultados mostram que quanto mais velha é a criança, menor é a utilização de comportamentos do tipo disruptivo, fenómeno congruente com estudos na área que mostraram através da maturação cognitiva e do desenvolvimento a aquisição de novas competências, tornando os comportamentos sociais das crianças, cada vez mais adequados e ajustados ao meio. Os dados revelam ainda que o número de interações positivas aumenta com a idade e que quantos mais habilitações literárias a figura materna possuiu menos serão os comportamentos desadequados. A perceção das mães revela que as crianças do sexo feminino apresentam melhor níveis de regulação emocional em comparação com os rapazes. No entanto em relação à perceção das educadoras face a brincadeira e os níveis de regulação emocional na visão das mães, não revela qualquer associação, mas verificou-se uma relação entre os comportamentos disruptivos e os níveis de labilidade emocional. |
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