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Interacções sociais e comunicativas entre uma criança com perturbação do espectro do autismo e os seus pares sem necessidades educativas especiais: Estudo de caso

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Neste estudo observámos as interacções sociais e comunicativas, numa sala de jardim-de-infância, entre uma criança com PEA e os seus pares sem NEE, em dois momentos (actividade lúdica entre a criança com PEA e dois pares sem NEE, na presença de um adulto e depois sem a presença do adulto). O estudo tem como objectivos: analisar o papel do adulto e a forma como decorrem as interacções e identificar comportamentos sociais e comunicativos presentes. No final do estudo verificámos que a criança com PEA tomou um papel passivo e, os seus pares, raramente deram seguimento aos comentários que fez durante as interacções. As interacções foram básicas e pouco recíprocas. Na presença do adulto, a criança com PEA utilizou uma maior variedade de comportamentos sociais e comunicativos. Estes aspectos alertam para a necessidade e importância de treino específico dos pares sem NEE das crianças com PEA, de forma a maximizar as oportunidades sociais e comunicativas na sala de jardim-de-infância.
Autores principais:Gaspar, Ana
Outros Autores:Serrano, Ana Maria da Silva Pereira Henriques
Assunto:Actividades lúdicas Interacções sociais e comunicativas Jardim-de-infância Perturbação do espectro do autismo Autism spectrum disorder Kindergarten Play Social and communicative interaction
Ano:2011
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Ispa-Instituto Universitário
Idioma:português
Origem:Repositório do Ispa - Instituto Universitário
Descrição
Resumo:Neste estudo observámos as interacções sociais e comunicativas, numa sala de jardim-de-infância, entre uma criança com PEA e os seus pares sem NEE, em dois momentos (actividade lúdica entre a criança com PEA e dois pares sem NEE, na presença de um adulto e depois sem a presença do adulto). O estudo tem como objectivos: analisar o papel do adulto e a forma como decorrem as interacções e identificar comportamentos sociais e comunicativos presentes. No final do estudo verificámos que a criança com PEA tomou um papel passivo e, os seus pares, raramente deram seguimento aos comentários que fez durante as interacções. As interacções foram básicas e pouco recíprocas. Na presença do adulto, a criança com PEA utilizou uma maior variedade de comportamentos sociais e comunicativos. Estes aspectos alertam para a necessidade e importância de treino específico dos pares sem NEE das crianças com PEA, de forma a maximizar as oportunidades sociais e comunicativas na sala de jardim-de-infância.