Publicação
A influência das funções intrapessoais e interpessoais na auto-injúria não suicida e na ideação suicida
| Resumo: | Os comportamentos de Auto-Injúria Não Suicida (AINS), sendo comportamentos de violência autodirigida, são considerados um problema de saúde pública (Werlang, Borges & Fensterseifer, 2005) e, nesse sentido, são, cada vez mais, um fenómeno que exige investigação por parte dos clínicos e investigadores. A adolescência revela-se, por excelência, como a fase da vida, na qual estes comportamentos estão maioritariamente associados e demonstram um maior risco de se envolverem em comportamentos suicidas (Klonsky & Glenn, 2009). Os comportamentos AINS podem apresentar diversas funcionalidades, podendo estas dizer respeito a funções intrapessoais ou a funções interpessoais. Este trabalho teve como objetivo explorar a relação entre estas funções com a AINS e a ideação suicida. Para atingir este fim, contactámos uma amostra constituída por 396 alunos de duas escolas, com idades compreendidas entre os 12 e os 19 anos, que responderam aos instrumentos: Inventário de Afirmações Sobre Auto-Injúria (ISAS) (Klonsky & Glenn, 2009) (Pereira & Duarte, 2014) e ao Questionário de Ideação Suicida (QIS) (Ferreira e Castela, 1999). A análise estatística dos resultados demonstrou que as funções intrapessoais possuem uma maior influência, face às funções interpessoais, no número de métodos utilizados em comportamentos de AINS e na ideação suicida, não sendo encontrada nenhuma associação entre ambas as funções e a frequência de AINS. |
|---|---|
| Autores principais: | Completo, Joana Maria Pinto Silva |
| Assunto: | Auto injúria não suicida Adolescência Ideação suicida Non suicidal self injury Adolescence Suicidal ideation |
| Ano: | 2014 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Ispa-Instituto Universitário |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório do Ispa - Instituto Universitário |
| Resumo: | Os comportamentos de Auto-Injúria Não Suicida (AINS), sendo comportamentos de violência autodirigida, são considerados um problema de saúde pública (Werlang, Borges & Fensterseifer, 2005) e, nesse sentido, são, cada vez mais, um fenómeno que exige investigação por parte dos clínicos e investigadores. A adolescência revela-se, por excelência, como a fase da vida, na qual estes comportamentos estão maioritariamente associados e demonstram um maior risco de se envolverem em comportamentos suicidas (Klonsky & Glenn, 2009). Os comportamentos AINS podem apresentar diversas funcionalidades, podendo estas dizer respeito a funções intrapessoais ou a funções interpessoais. Este trabalho teve como objetivo explorar a relação entre estas funções com a AINS e a ideação suicida. Para atingir este fim, contactámos uma amostra constituída por 396 alunos de duas escolas, com idades compreendidas entre os 12 e os 19 anos, que responderam aos instrumentos: Inventário de Afirmações Sobre Auto-Injúria (ISAS) (Klonsky & Glenn, 2009) (Pereira & Duarte, 2014) e ao Questionário de Ideação Suicida (QIS) (Ferreira e Castela, 1999). A análise estatística dos resultados demonstrou que as funções intrapessoais possuem uma maior influência, face às funções interpessoais, no número de métodos utilizados em comportamentos de AINS e na ideação suicida, não sendo encontrada nenhuma associação entre ambas as funções e a frequência de AINS. |
|---|