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Verdadeiro ou Falso? A ambiguidade de uma lista de frases permite o estudo de processos de atribuição de verdade

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Resumo: Neste artigo apresentamos os dados de dois pré-testes do grau de “verdade percebida” de afirmações sobre diferentes tópicos. O objectivo destes pré-testes salienta a necessidade de encontrar afirmações consideradas ambíguas no seu grau de veracidade e a sua relevância para a investigação de enviesamentos de percepção de verdade. As afirmações foram pré-testadas junto de amostras da população Portuguesa aplicando dois critérios diferentes. No primeiro pré-teste um conjunto de afirmações verdadeiras foi avaliada numa escala de probabilidade de veracidade. Estas avaliações foram contrastadas com as avaliações das versões falsas das mesmas afirmações (por alteração de um pequeno detalhe). Neste pré-teste, ambiguidade foi definida por ambas as versões da mesma frase serem consideradas igualmente verdadeiras/falsas. No segundo pré-teste, as afirmações foram avaliadas dicotomicamente como verdadeiras ou falsas e apenas na sua versão verdadeira ou falsa. Aqui, a ambiguidade foi definida por uma igual proporção de participantes que consideraram uma frase “verdadeira” e aqueles que a consideraram “falsa”. Algumas das afirmações ambíguas foram testadas relativamente ao grau de “divertimento” que promovem, permitindo o controlo de efeitos afectivos nos seus julgamentos.
Autores principais:Garcia-Marques, Teresa
Outros Autores:Silva, Rita Rocha da; Mello, Joana José de
Assunto:Pré-teste Verdade Falsidade Ambiguidade Divertimento Pre-test of statements Perceived truth Perceived funny Statement ambiguity
Ano:2017
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Ispa-Instituto Universitário
Idioma:português
Origem:Repositório do Ispa - Instituto Universitário
Descrição
Resumo:Resumo: Neste artigo apresentamos os dados de dois pré-testes do grau de “verdade percebida” de afirmações sobre diferentes tópicos. O objectivo destes pré-testes salienta a necessidade de encontrar afirmações consideradas ambíguas no seu grau de veracidade e a sua relevância para a investigação de enviesamentos de percepção de verdade. As afirmações foram pré-testadas junto de amostras da população Portuguesa aplicando dois critérios diferentes. No primeiro pré-teste um conjunto de afirmações verdadeiras foi avaliada numa escala de probabilidade de veracidade. Estas avaliações foram contrastadas com as avaliações das versões falsas das mesmas afirmações (por alteração de um pequeno detalhe). Neste pré-teste, ambiguidade foi definida por ambas as versões da mesma frase serem consideradas igualmente verdadeiras/falsas. No segundo pré-teste, as afirmações foram avaliadas dicotomicamente como verdadeiras ou falsas e apenas na sua versão verdadeira ou falsa. Aqui, a ambiguidade foi definida por uma igual proporção de participantes que consideraram uma frase “verdadeira” e aqueles que a consideraram “falsa”. Algumas das afirmações ambíguas foram testadas relativamente ao grau de “divertimento” que promovem, permitindo o controlo de efeitos afectivos nos seus julgamentos.