Detalhes bibliográficos
| Resumo: | Problema. A literatura tem uma lacuna no que toca à abordagem da estigmatização da saúde mental das minorias. Objetivo. Avaliar se há diferenças na estigmatização das minorias (refugiados e imigrantes) com doença mental (esquizofrenia e depressão major) tendo como comparação um caso português. Método. 223 participantes foram expostos a duas histórias com dois quadros sintomatológicos diferentes e responderam a um questionário adaptado de um estudo de Angermeyer et al. (2013) que avalia as causas da perturbação, o tipo de ajuda e perguntas que indicam estigma. Resultados. Não foram encontradas diferenças significativas ao nível das minorias nem quando comparadas com o caso português. Foram, no entanto, encontradas diferenças significativas quanto à estigmatização em relação ao género e ao grupo etário. Quando comparadas as patologias entre si foram encontradas diferenças significativas ao nível do tipo de causa para cada uma das perturbações e qual o tipo de ajuda adequada. Conclusão. As características sociodemográficas continuam a ser um preditor que influencia o estigma. A esquizofrenia é reconhecida mais facilmente como uma perturbação mental do que a depressão. |
| Autores principais: | Alves, Adriana Neves Rodrigues |
| Assunto: | Minorias Saúde mental Doença mental Estigma Estigmatização Minorities Mental health Mental illness Stigma Stigmatization |
| Ano: | 2021 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso restrito |
| Instituição associada: | Ispa-Instituto Universitário |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório do Ispa - Instituto Universitário |