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O estudo dos hábitos e práticas de leitura de histórias na família e a sua relação com os conhecimentos das crianças no início da escolaridade

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Observa-se um crescente aumento do desinteresse pela leitura, e como consequência, a literatura atribui cada vez mais importância à leitura de histórias em contexto familiar e aos benefícios que dela advêm. A leitura de histórias apresenta-se como uma actividade relevante pela riqueza das interacções proporcionadas. Estas poderão facilitar e permitir o desenvolvimento precoce de forma lúdica e positiva, facilitando a transmissão de conceitos, conhecimentos e competências de literacia, podendo influenciar de forma positiva a motivação e o processo de aprendizagem da linguagem. Investigou-se a relação entre os hábitos de leitura em ambiente familiar e a sua relação com os conhecimentos de literacia das crianças em início de escolaridade. Realizou-se um estudo quantitativo, descritivo e correlacional, onde participaram 48 crianças, de 6/7 anos, a frequentar o 1º ano de escolaridade, respectivos pais e professores. Os instrumentos utilizados foram: crianças: TLTLE; adaptação do Questionário de Avaliação da Motivação para a Leitura – Eu e a leitura; Teste de Reconhecimento de Palavras para os dois primeiros anos de escolaridade (subprova Reconhecimento de Palavras); e WISC–III (subprova Vocabulário). Pais: adaptação do Questionário – Práticas e Hábitos de Literacia. Professores: Questionário para Avaliação de Competências de leitura das crianças. Os resultados mostram não haver relação entre frequência de leitura de histórias com a motivação, nem com o vocabulário. Quanto ao número de livros infantis que os pais conhecem, verificam-se associações significativas com os conhecimentos das crianças e com as competências de leitura avaliadas pelos professores. Demonstrou-se que os pais mantêm hábitos de leitura, mas com menor frequência e tempo.
Autores principais:Antunes, Patrícia Rafael
Assunto:Práticas de literacia familiar Leitura de histórias Conhecimentos de literacia das crianças Practices of family literacy Reading stories Literacy skills of children
Ano:2013
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Ispa-Instituto Universitário
Idioma:português
Origem:Repositório do Ispa - Instituto Universitário
Descrição
Resumo:Observa-se um crescente aumento do desinteresse pela leitura, e como consequência, a literatura atribui cada vez mais importância à leitura de histórias em contexto familiar e aos benefícios que dela advêm. A leitura de histórias apresenta-se como uma actividade relevante pela riqueza das interacções proporcionadas. Estas poderão facilitar e permitir o desenvolvimento precoce de forma lúdica e positiva, facilitando a transmissão de conceitos, conhecimentos e competências de literacia, podendo influenciar de forma positiva a motivação e o processo de aprendizagem da linguagem. Investigou-se a relação entre os hábitos de leitura em ambiente familiar e a sua relação com os conhecimentos de literacia das crianças em início de escolaridade. Realizou-se um estudo quantitativo, descritivo e correlacional, onde participaram 48 crianças, de 6/7 anos, a frequentar o 1º ano de escolaridade, respectivos pais e professores. Os instrumentos utilizados foram: crianças: TLTLE; adaptação do Questionário de Avaliação da Motivação para a Leitura – Eu e a leitura; Teste de Reconhecimento de Palavras para os dois primeiros anos de escolaridade (subprova Reconhecimento de Palavras); e WISC–III (subprova Vocabulário). Pais: adaptação do Questionário – Práticas e Hábitos de Literacia. Professores: Questionário para Avaliação de Competências de leitura das crianças. Os resultados mostram não haver relação entre frequência de leitura de histórias com a motivação, nem com o vocabulário. Quanto ao número de livros infantis que os pais conhecem, verificam-se associações significativas com os conhecimentos das crianças e com as competências de leitura avaliadas pelos professores. Demonstrou-se que os pais mantêm hábitos de leitura, mas com menor frequência e tempo.