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Sobrequalificação percebida e o job crafting: qual a relação

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A presente investigação tem como principal objetivo perceber se a perceção de sobrequalificação prediz comportamentos de job crafting de tarefa, de cognição e de relação, com o fim de acrescentar conhecimento à literatura existente de ambos os construtos. Como tal, construiu-se a seguinte hipótese: Quando os trabalhadores se sentem mais sobrequalificados, tendem a desenvolver mais comportamentos de job crafting. Para o avanço do estudo colaboraram 271 participantes, com idades compreendidas entre os 18 e os 61 anos, selecionados a partir da população portuguesa, com habilitações académicas diferenciadas e que se encontrassem a exercer funções profissionais. Para medição das variáveis utilizaram-se dois instrumentos: a escala “Perceived Overqualification” (POQ) desenvolvida por Johnson, Morrow e Johnson (2002) e a escala “The Job Crafting Questionnaire” (JCQ) desenvolvida por Slemp e Vella-Brodrick (2013), ambas adaptadas à população portuguesa. Os resultados obtidos permitiram confirmar parcialmente a hipótese formulada, demonstrando que a Sobrequalificação prediz comportamentos de job crafting, nomeadamente comportamentos relacionados com as tarefas e com as relações no local de trabalho.
Autores principais:Soares, Diogo Militão
Assunto:Incongruência percebida Não crescimento Job crafting de tarefa Job crafting de tarefa cognitivo Job crafting de tarefa cognitivo relacional Mismatch No-growth Task crafting Cognitive crafting Relational crafting
Ano:2019
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Ispa-Instituto Universitário
Idioma:português
Origem:Repositório do Ispa - Instituto Universitário
Descrição
Resumo:A presente investigação tem como principal objetivo perceber se a perceção de sobrequalificação prediz comportamentos de job crafting de tarefa, de cognição e de relação, com o fim de acrescentar conhecimento à literatura existente de ambos os construtos. Como tal, construiu-se a seguinte hipótese: Quando os trabalhadores se sentem mais sobrequalificados, tendem a desenvolver mais comportamentos de job crafting. Para o avanço do estudo colaboraram 271 participantes, com idades compreendidas entre os 18 e os 61 anos, selecionados a partir da população portuguesa, com habilitações académicas diferenciadas e que se encontrassem a exercer funções profissionais. Para medição das variáveis utilizaram-se dois instrumentos: a escala “Perceived Overqualification” (POQ) desenvolvida por Johnson, Morrow e Johnson (2002) e a escala “The Job Crafting Questionnaire” (JCQ) desenvolvida por Slemp e Vella-Brodrick (2013), ambas adaptadas à população portuguesa. Os resultados obtidos permitiram confirmar parcialmente a hipótese formulada, demonstrando que a Sobrequalificação prediz comportamentos de job crafting, nomeadamente comportamentos relacionados com as tarefas e com as relações no local de trabalho.