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Vivências da bissexualidade e do estigma nas relações interpessoais

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Os membros da comunidade bissexual enfrentam um desafio único: serem estigmatizados não só pela comunidade heterossexual, mas também por outros membros da comunidade LGBT. Existem poucos estudos focadas exclusivamente nas experiências e relações interpessoais dos indivíduos bissexuais. Desta forma a presente dissertação tem como objetivo principal explorar de que forma é experienciado o estigma nas várias dimensões das relações interpessoais, nomeadamente, nas relações amorosas, nas relações familiares, nas relações de amizade e nas relações com a comunidade LGBTQ+.Apesar das várias teorias existentes para conceptualizar o estigma utilizou-se a teoria de stress nas minorias de Meyer (2003).Método: Foram realizadas entrevistas semi-estruturadas com oito participantes com a orientação sexual bissexual, acima de 18 anos de idade, tendo no mínimo duas relações românticas. Resultados: revelaram que qualquer relação interpessoal das participantes podia ser prejudicada devido ao estigma existente. Também se verificou que a comunidade LGBT é um tema polarizante entre as participantes e a importância do desenvolvimento romântico nas relações dos indivíduos bissexuais. As principais limitações deste trabalho, focaram-se na metodologia, visto que foi utilizada uma abordagem subjetiva e na amostra, devido à sua homogeneidade, quer a nível de gênero, como de idade e de escolaridade.
Autores principais:Chantre, Pedro Miguel Correia Carneiro
Assunto:Estigma Bissexualidade Análise temática reflexiva Stigma Bisexuality Thematic reflexive analysis
Ano:2025
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Ispa-Instituto Universitário
Idioma:português
Origem:Repositório do Ispa - Instituto Universitário
Descrição
Resumo:Os membros da comunidade bissexual enfrentam um desafio único: serem estigmatizados não só pela comunidade heterossexual, mas também por outros membros da comunidade LGBT. Existem poucos estudos focadas exclusivamente nas experiências e relações interpessoais dos indivíduos bissexuais. Desta forma a presente dissertação tem como objetivo principal explorar de que forma é experienciado o estigma nas várias dimensões das relações interpessoais, nomeadamente, nas relações amorosas, nas relações familiares, nas relações de amizade e nas relações com a comunidade LGBTQ+.Apesar das várias teorias existentes para conceptualizar o estigma utilizou-se a teoria de stress nas minorias de Meyer (2003).Método: Foram realizadas entrevistas semi-estruturadas com oito participantes com a orientação sexual bissexual, acima de 18 anos de idade, tendo no mínimo duas relações românticas. Resultados: revelaram que qualquer relação interpessoal das participantes podia ser prejudicada devido ao estigma existente. Também se verificou que a comunidade LGBT é um tema polarizante entre as participantes e a importância do desenvolvimento romântico nas relações dos indivíduos bissexuais. As principais limitações deste trabalho, focaram-se na metodologia, visto que foi utilizada uma abordagem subjetiva e na amostra, devido à sua homogeneidade, quer a nível de gênero, como de idade e de escolaridade.