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A prática de intervenção psicológica à distância em Portugal

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A rápida evolução tecnológica, abriu novas possibilidades e caminho a novos desenvolvimentos, nas várias disciplinas. A Psicologia, foi uma delas e assiste-se hoje em dia à prática de um serviço de intervenção psicológica à distância, diferente do tradicionalmente prestado. Este, é um serviço acerca do qual se sabe relativamente pouco e por isso, alguns órgãos regulatórios produziram documentos no sentido de promoverem as boas práticas. O objetivo do presente estudo é caracterizar a prática dos psicoterapeutas portugueses e compará-la às orientações de boas práticas. Delineou-se um estudo exploratório, misto e utilizou-se um questionário, construído a partir de diversos documentos orientadores. Recolheram-se dados de uma amostra de 100 participantes (N=100), psicoterapeutas portugueses. Os resultados indicam, que a maioria dos profissionais presta este serviço, que o fazem de uma forma semelhante à prática presencial e que os aspetos mais específicos desta nova modalidade não são tidos em conta. Mostram ainda, que a OPP e as sociedades/associações científicas, são as fontes a que os profissionais menos recorrem para se informar.
Autores principais:Gamito, Alexandre Miguel Pereira
Assunto:intervenção psicológica à distância tecnologia em psicologia serviço psicológico à distância ciberpsicologia, Boas práticas em psicologia Linhas de orientação
Ano:2019
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Ispa-Instituto Universitário
Idioma:português
Origem:Repositório do Ispa - Instituto Universitário
Descrição
Resumo:A rápida evolução tecnológica, abriu novas possibilidades e caminho a novos desenvolvimentos, nas várias disciplinas. A Psicologia, foi uma delas e assiste-se hoje em dia à prática de um serviço de intervenção psicológica à distância, diferente do tradicionalmente prestado. Este, é um serviço acerca do qual se sabe relativamente pouco e por isso, alguns órgãos regulatórios produziram documentos no sentido de promoverem as boas práticas. O objetivo do presente estudo é caracterizar a prática dos psicoterapeutas portugueses e compará-la às orientações de boas práticas. Delineou-se um estudo exploratório, misto e utilizou-se um questionário, construído a partir de diversos documentos orientadores. Recolheram-se dados de uma amostra de 100 participantes (N=100), psicoterapeutas portugueses. Os resultados indicam, que a maioria dos profissionais presta este serviço, que o fazem de uma forma semelhante à prática presencial e que os aspetos mais específicos desta nova modalidade não são tidos em conta. Mostram ainda, que a OPP e as sociedades/associações científicas, são as fontes a que os profissionais menos recorrem para se informar.