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Auto-eficácia, coping e expectativas da prematuridade durante a gravidez

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A prematuridade, enquanto problema da sociedade moderna, afigura-se actualmente como objecto de variadas investigações nas diferentes áreas da prestação de cuidados de saúde. Optou-se aqui por um estudo de cariz prospectivo, fora do âmbito característico dos da área da prematuridade, ansiando contribuir para um maior conhecimento acerca da problemática. Pretende-se assim que a presente tese exploratória ajude a determinar se existem diferenças atribuíveis à vivencia do risco iminente de parto pré-termo. Realizou-se um estudo quantitativo com complemento de natureza qualitativa e com vertente longitudinal. A amostra foi constituída por 96 grávidas, das quais 61 internadas por risco iminente de parto prematuro e 35 não internadas. Abordaram-se questões de caracterização da amostra segundo características sóciodemográficas, história obstétrica e expectativas da prematuridade. Utilizou-se a “Escala de Auto-eficácia geral (Pais Ribeiro, 1995)” e o questionário “Brief COPE (Pais Ribeiro & Rodrigues, 2004)”. Concluiu-se que, na sua globalidade, os comportamentos das variáveis auto-eficácia e coping não apresentam diferenças significativas entre grupos de estudo, e que as expectativas da prematuridade dependem do internamento por risco de parto antecipado. A incidência de parto pré-termo foi de 50% e revelou-se dependente do risco, da gemelaridade, de características de coping e da expectativa do parto.
Autores principais:Santos, Ana Cristina Ranha dos
Assunto:Gravidez Prematuridade Auto-eficácia Coping Pregnancy Prematurity Self-efficacy
Ano:2009
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Ispa-Instituto Universitário
Idioma:português
Origem:Repositório do Ispa - Instituto Universitário
Descrição
Resumo:A prematuridade, enquanto problema da sociedade moderna, afigura-se actualmente como objecto de variadas investigações nas diferentes áreas da prestação de cuidados de saúde. Optou-se aqui por um estudo de cariz prospectivo, fora do âmbito característico dos da área da prematuridade, ansiando contribuir para um maior conhecimento acerca da problemática. Pretende-se assim que a presente tese exploratória ajude a determinar se existem diferenças atribuíveis à vivencia do risco iminente de parto pré-termo. Realizou-se um estudo quantitativo com complemento de natureza qualitativa e com vertente longitudinal. A amostra foi constituída por 96 grávidas, das quais 61 internadas por risco iminente de parto prematuro e 35 não internadas. Abordaram-se questões de caracterização da amostra segundo características sóciodemográficas, história obstétrica e expectativas da prematuridade. Utilizou-se a “Escala de Auto-eficácia geral (Pais Ribeiro, 1995)” e o questionário “Brief COPE (Pais Ribeiro & Rodrigues, 2004)”. Concluiu-se que, na sua globalidade, os comportamentos das variáveis auto-eficácia e coping não apresentam diferenças significativas entre grupos de estudo, e que as expectativas da prematuridade dependem do internamento por risco de parto antecipado. A incidência de parto pré-termo foi de 50% e revelou-se dependente do risco, da gemelaridade, de características de coping e da expectativa do parto.