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Vinculação parental e vinculação amorosa em jovens no final da adolescência

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Na presente investigação, analisa-se a percepção de 117 adolescentes, com idades compreendidas entre os 16 e os 20 anos, sobre os relacionamentos com os pais e com o par romântico. De acordo com Blos, considerou-se que os jovens da amostra estavam no final da adolescência. Para estudar o que se propunha, utilizou-se: o questionário Desenho de Círculos Representativos da Família (Canavarro, 1999), que avalia de forma longitudinal a percepção que o indivíduo tem da relação afectiva com cada uma das figuras parentais, ao longo do seu desenvolvimento; e o Questionário de Vinculação Amorosa (Matos & Costa, 2001), que avalia a relação com o par romântico, através da: Confiança, Dependência, Ambivalência e Evitamento. Os resultados encontrados, sugerem que: (a) os rapazes percepcionam maior proximidade emocional aos pais em todo o desenvolvimento; (b) as raparigas namoram mais, têm namoros mais duradouros e envolverem-se mais emocionalmente nos relacionamentos amorosos; (c) os indivíduos com estilo de vinculação amorosa seguro representam a relação com a mãe como mais próxima emocionalmente e mais constante ao longo do desenvolvimento e, têm vários tipos de relacionamentos românticos; (d) quando o adolescente percepciona separação dos pais e/ou perturbações emocionais nos pais, parece existir maior distanciamento emocional parental e, relacionamentos românticos menos íntimos.
Autores principais:Batalha, Susana Isabel Barros
Assunto:Adolescência Vinculação parental Vinculação amorosa Adolescence Parental attachment Loving attachment
Ano:2009
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Ispa-Instituto Universitário
Idioma:português
Origem:Repositório do Ispa - Instituto Universitário
Descrição
Resumo:Na presente investigação, analisa-se a percepção de 117 adolescentes, com idades compreendidas entre os 16 e os 20 anos, sobre os relacionamentos com os pais e com o par romântico. De acordo com Blos, considerou-se que os jovens da amostra estavam no final da adolescência. Para estudar o que se propunha, utilizou-se: o questionário Desenho de Círculos Representativos da Família (Canavarro, 1999), que avalia de forma longitudinal a percepção que o indivíduo tem da relação afectiva com cada uma das figuras parentais, ao longo do seu desenvolvimento; e o Questionário de Vinculação Amorosa (Matos & Costa, 2001), que avalia a relação com o par romântico, através da: Confiança, Dependência, Ambivalência e Evitamento. Os resultados encontrados, sugerem que: (a) os rapazes percepcionam maior proximidade emocional aos pais em todo o desenvolvimento; (b) as raparigas namoram mais, têm namoros mais duradouros e envolverem-se mais emocionalmente nos relacionamentos amorosos; (c) os indivíduos com estilo de vinculação amorosa seguro representam a relação com a mãe como mais próxima emocionalmente e mais constante ao longo do desenvolvimento e, têm vários tipos de relacionamentos românticos; (d) quando o adolescente percepciona separação dos pais e/ou perturbações emocionais nos pais, parece existir maior distanciamento emocional parental e, relacionamentos românticos menos íntimos.