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Significações parentais e adesão em psicologia pediátrica

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A adesão às recomendações e prescrições médicas é um dos problemas centrais na medicina da actualidade. No tratamento das doenças crónicas pediátricas este problema reveste-se de uma importância acrescida. Pelo seu impacto na saúde dos utentes e na eficácia e controlo de custos dos serviços, a não-adesão tem sido um importante campo de investigação e aplicação da psicologia da saúde. Neste trabalho as autoras apresentam uma síntese da evolução dos modelos psicológicos sobre adesão médica, e da conceptualização do papel do psicólogo nestas diferentes abordagens. E, a partir de um estudo sobre as significações de mães de crianças com doença cardíaca congénita, propõem uma leitura desenvolvimentista das mesmas, e algumas sugestões para a intervenção do psicólogo de pediatria como intermediário na comunicação médico-família-criança, e como facilitador de uma adesão mais autónoma e continuada.
Autores principais:Barros, Luísa
Outros Autores:Santos, Margarida Custódio
Assunto:Adesão pediátrica Doença crónica Psicólogo Desenvolvimento Autonomia Pediatric compliance Chronic disease Psychologist Development Autonomy
Ano:1999
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Ispa-Instituto Universitário
Idioma:português
Origem:Repositório do Ispa - Instituto Universitário
Descrição
Resumo:A adesão às recomendações e prescrições médicas é um dos problemas centrais na medicina da actualidade. No tratamento das doenças crónicas pediátricas este problema reveste-se de uma importância acrescida. Pelo seu impacto na saúde dos utentes e na eficácia e controlo de custos dos serviços, a não-adesão tem sido um importante campo de investigação e aplicação da psicologia da saúde. Neste trabalho as autoras apresentam uma síntese da evolução dos modelos psicológicos sobre adesão médica, e da conceptualização do papel do psicólogo nestas diferentes abordagens. E, a partir de um estudo sobre as significações de mães de crianças com doença cardíaca congénita, propõem uma leitura desenvolvimentista das mesmas, e algumas sugestões para a intervenção do psicólogo de pediatria como intermediário na comunicação médico-família-criança, e como facilitador de uma adesão mais autónoma e continuada.