Publicação

A influência da idade, do género e da saúde funcional subjectiva na ansiedade face à morte em adultos idosos

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:O presente estudo teve como objectivo o teste de um modelo estrutural preditor da influência da idade (terceira vs quartas idades), do género e da Saúde Funcional Subjectiva (SFS) na Ansiedade Face à Morte (AFM). Recorreu-se a uma amostra de 397 adultos idosos funcionais e não institucionalizados, com idades dos 65 aos 97 anos (M = 74) e residentes em meio urbano. Para operacionalizar a SFS utilizou-se a Escala de Saúde Funcional Subjectiva (ESFS; Diniz, 2007). Para operacionalizar a AFM, foi utilizada a Revised Death Anxiety Scale (RDAS; Thorson & Powell, 1994), avaliando as dimensões Ansiedade face à Inexistência (AI) e Ansiedade face ao Processo de Morrer (APM), de acordo com estudo de adaptação à população idosa portuguesa (Carvalho, Diniz & Ribeiro, 2008). Os resultados apontam para uma relação negativa entre SFS e AI. No entanto não se verifica a influência da mediação da SFS na relação entre o género, a idade e a AFM. Entretanto, os adultos idosos pertencentes à quarta idade revelaram menor SFS, menos AI e AFM. Os homens apresentaram maiores níveis de SFS do que as mulheres.
Autores principais:Gomes, Helena Maria Diniz
Assunto:Adultos idosos Ansiedade face à morte Saúde funcional subjectiva Old adults Death anxiety Subjective functional health
Ano:2008
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Ispa-Instituto Universitário
Idioma:português
Origem:Repositório do Ispa - Instituto Universitário
Descrição
Resumo:O presente estudo teve como objectivo o teste de um modelo estrutural preditor da influência da idade (terceira vs quartas idades), do género e da Saúde Funcional Subjectiva (SFS) na Ansiedade Face à Morte (AFM). Recorreu-se a uma amostra de 397 adultos idosos funcionais e não institucionalizados, com idades dos 65 aos 97 anos (M = 74) e residentes em meio urbano. Para operacionalizar a SFS utilizou-se a Escala de Saúde Funcional Subjectiva (ESFS; Diniz, 2007). Para operacionalizar a AFM, foi utilizada a Revised Death Anxiety Scale (RDAS; Thorson & Powell, 1994), avaliando as dimensões Ansiedade face à Inexistência (AI) e Ansiedade face ao Processo de Morrer (APM), de acordo com estudo de adaptação à população idosa portuguesa (Carvalho, Diniz & Ribeiro, 2008). Os resultados apontam para uma relação negativa entre SFS e AI. No entanto não se verifica a influência da mediação da SFS na relação entre o género, a idade e a AFM. Entretanto, os adultos idosos pertencentes à quarta idade revelaram menor SFS, menos AI e AFM. Os homens apresentaram maiores níveis de SFS do que as mulheres.