Publicação
A autenticidade como mediadora na relação entre as orientações para as atividades (hedónicas e eudaimónicas) e a resiliência
| Resumo: | As Orientações para o bem-estar Hedónicas e Eudaimónicas, a Resiliência e a Autenticidade são compreendidas na literatura como pertinentes para o desenvolvimento do potencial humano, na sua trajetória de vida. Assim, esta investigação tem como objetivos compreender o papel mediador da Autenticidade na relação entre ambas as Orientações para o Bem-Estar Hedónicas e Eudaimónicas (VI) e a Resiliência (VD). Adicionalmente, pretende-se avaliar se o papel da Autenticidade, na relação da Orientação Eudaimónica sobre a Resiliência é mais significativo, comparativamente à relação da Orientação Hedónica. Este estudo é caracterizado por uma amostra da população portuguesa com 677 participantes, com mais de 18 de anos e todos residentes em Portugal. A recolha da amostra realizou-se através de um questionário online (recolhido nas redes sociais) que inclui: um questionário sociodemográfico, o “Hedonic and Eudaimonic for Motives for Ativities Revised (HEMA-R)”, o “The Resilience Scale” e o “The Authenticity Scale”. Os resultados concluíram que ambas as Orientações (Hedónicas e Eudaimónicas) predizem Resiliência e que ambas estão positiva e significativamente relacionadas com a Autenticidade. No efeito mediador da Autenticidade, este revelou-se positivo e significativo na relação entre as Orientações Hedónicas e a Resiliência, corroborando o primeiro modelo de mediação. Contudo, o mesmo papel mediador da Autenticidade, na relação das Orientações Eudaimónicas sobre a Resiliência, não apresentou um efeito estatisticamente significativo, invalidado assim o segundo modelo de mediação proposto nesta investigação. Em investigações futuras, será pertinente replicar este estudo em situações pós-pandémicas, noutros contextos culturais (e.g., orientais), bem como comparar e segmentar a amostra nas diferentes faixas etárias. |
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| Autores principais: | Ferreira, Maria das Dores de Lima |
| Assunto: | Bem-estar mental Orientações hedónicas e eudaimónicas Resiliência Autenticidade Mental well-being Hedonic and eudaimonic orientations Resilience Authenticity |
| Ano: | 2021 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso restrito |
| Instituição associada: | Ispa-Instituto Universitário |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório do Ispa - Instituto Universitário |
| Resumo: | As Orientações para o bem-estar Hedónicas e Eudaimónicas, a Resiliência e a Autenticidade são compreendidas na literatura como pertinentes para o desenvolvimento do potencial humano, na sua trajetória de vida. Assim, esta investigação tem como objetivos compreender o papel mediador da Autenticidade na relação entre ambas as Orientações para o Bem-Estar Hedónicas e Eudaimónicas (VI) e a Resiliência (VD). Adicionalmente, pretende-se avaliar se o papel da Autenticidade, na relação da Orientação Eudaimónica sobre a Resiliência é mais significativo, comparativamente à relação da Orientação Hedónica. Este estudo é caracterizado por uma amostra da população portuguesa com 677 participantes, com mais de 18 de anos e todos residentes em Portugal. A recolha da amostra realizou-se através de um questionário online (recolhido nas redes sociais) que inclui: um questionário sociodemográfico, o “Hedonic and Eudaimonic for Motives for Ativities Revised (HEMA-R)”, o “The Resilience Scale” e o “The Authenticity Scale”. Os resultados concluíram que ambas as Orientações (Hedónicas e Eudaimónicas) predizem Resiliência e que ambas estão positiva e significativamente relacionadas com a Autenticidade. No efeito mediador da Autenticidade, este revelou-se positivo e significativo na relação entre as Orientações Hedónicas e a Resiliência, corroborando o primeiro modelo de mediação. Contudo, o mesmo papel mediador da Autenticidade, na relação das Orientações Eudaimónicas sobre a Resiliência, não apresentou um efeito estatisticamente significativo, invalidado assim o segundo modelo de mediação proposto nesta investigação. Em investigações futuras, será pertinente replicar este estudo em situações pós-pandémicas, noutros contextos culturais (e.g., orientais), bem como comparar e segmentar a amostra nas diferentes faixas etárias. |
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