Publicação
Alexitímia e diabetes: Contributos para um estudo
| Resumo: | O presente trabalho pretende ser uma reflexão acerca do sentido de que se pode revestir uma doença, como a diabetes e ainda sobre se existe persistência de alexitímia, nesse estado. Trata-se de um estudo exploratório que partiu do conceito utilizado por Sífneos (1973) a alexitímia - termo que vem do grego a (sem) lexis (palavra), thymus (ânimo na afectividade) que designou como sendo a dificuldade que determinados indivíduos têm para expressar ou descrever os seus estados emocionais. A amostra foi composta por dois grupos: sujeitos diabéticos e não diabéticos de ambos os sexos. Utilizou-se um questionário para a obtenção de dados pessoais e a Escala de Alexitímia de Toronto de 20 itens (TAS-20), instrumento de avaliação das características alexitímicas com boa validade e fidelidade interna. Os resultados obtidos permitiram identificar a presença do fenómeno alexitímico na amostra dos sujeitos diabéticos. Em termos de conclusão percebemos que o ser diabético pode e deve ser considerado como uma partida para a cura de algo mais do que para o físico, tendo assim, presente, uma visão integradora do ser. Fica o desejo do prosseguir a realização de estudos complementares que possam ser úteis. |
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| Autores principais: | Carvalho, Maria Manuela Garcia de |
| Assunto: | Psicologia clínica Diabetes Instrumentos Personalidade Alexitimia Clinical psychology Diabets Instruments Personality Alexithymia |
| Ano: | 2004 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Ispa-Instituto Universitário |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório do Ispa - Instituto Universitário |
| Resumo: | O presente trabalho pretende ser uma reflexão acerca do sentido de que se pode revestir uma doença, como a diabetes e ainda sobre se existe persistência de alexitímia, nesse estado. Trata-se de um estudo exploratório que partiu do conceito utilizado por Sífneos (1973) a alexitímia - termo que vem do grego a (sem) lexis (palavra), thymus (ânimo na afectividade) que designou como sendo a dificuldade que determinados indivíduos têm para expressar ou descrever os seus estados emocionais. A amostra foi composta por dois grupos: sujeitos diabéticos e não diabéticos de ambos os sexos. Utilizou-se um questionário para a obtenção de dados pessoais e a Escala de Alexitímia de Toronto de 20 itens (TAS-20), instrumento de avaliação das características alexitímicas com boa validade e fidelidade interna. Os resultados obtidos permitiram identificar a presença do fenómeno alexitímico na amostra dos sujeitos diabéticos. Em termos de conclusão percebemos que o ser diabético pode e deve ser considerado como uma partida para a cura de algo mais do que para o físico, tendo assim, presente, uma visão integradora do ser. Fica o desejo do prosseguir a realização de estudos complementares que possam ser úteis. |
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