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Associação entre resiliência, saúde autoreportada, ansiedade e depressão em pessoas portuguesas com dor crónica

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A dor crónica é uma experiência multidimensional, subjetiva, individual e idiossincrática. Esta é influenciada por fatores biológicos (dano físico), fatores psicológicos (humor e ansiedade) e sociais (suporte social percebido). A experiência da dor crónica é desgastante, de maneira que, fatores protetores como a resiliência podem trazer benefícios para o bem-estar do indivíduo e não apenas ajudá-lo na vivência da condição. Desta maneira, os objetivos do estudo são: (a) caracterizar a amostra quanto aos níveis de resiliência, saúde auto reportada, ansiedade e depressão estado e; (b) Estudar o papel preditor da resiliência na saúde auto reportada, ansiedade e depressão estado em pessoas portuguesas com dor crónica. Os participantes do estudo foram 93 pessoas adultas portuguesas com dor crónica lombar ou artrose. Foram aplicados à amostra um questionário sociodemográfico, a Escala de resiliência de Connor-Davison-10 Port (CD-RISC-10 port), o 12-Item Short-Form Health Survey (SF-12) a Escala de Ansiedade e Depressão Hospitalar (HADS) e Brief Pain Inventory (BPI). A resiliência influenciou significativamente a saúde física, ansiedade e depressão estado, mas não teve impacto significativo na saúde mental. Os resultados questionam a possibilidade de a resiliência ser protetora da doença mental, mas não da saúde mental na dor crónica.
Autores principais:Silva, Carolina Carrito Campos Machado
Assunto:Dor crónica Resiliência Doença mental Saúde mental Bem-estar Chronic Pain Resilience Mental illness Mental health Well-Being
Ano:2021
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Ispa-Instituto Universitário
Idioma:português
Origem:Repositório do Ispa - Instituto Universitário
Descrição
Resumo:A dor crónica é uma experiência multidimensional, subjetiva, individual e idiossincrática. Esta é influenciada por fatores biológicos (dano físico), fatores psicológicos (humor e ansiedade) e sociais (suporte social percebido). A experiência da dor crónica é desgastante, de maneira que, fatores protetores como a resiliência podem trazer benefícios para o bem-estar do indivíduo e não apenas ajudá-lo na vivência da condição. Desta maneira, os objetivos do estudo são: (a) caracterizar a amostra quanto aos níveis de resiliência, saúde auto reportada, ansiedade e depressão estado e; (b) Estudar o papel preditor da resiliência na saúde auto reportada, ansiedade e depressão estado em pessoas portuguesas com dor crónica. Os participantes do estudo foram 93 pessoas adultas portuguesas com dor crónica lombar ou artrose. Foram aplicados à amostra um questionário sociodemográfico, a Escala de resiliência de Connor-Davison-10 Port (CD-RISC-10 port), o 12-Item Short-Form Health Survey (SF-12) a Escala de Ansiedade e Depressão Hospitalar (HADS) e Brief Pain Inventory (BPI). A resiliência influenciou significativamente a saúde física, ansiedade e depressão estado, mas não teve impacto significativo na saúde mental. Os resultados questionam a possibilidade de a resiliência ser protetora da doença mental, mas não da saúde mental na dor crónica.