Publicação
O traço de ansiedade competitiva e a orientação motivacional como aspectos psicológicos preditores do rendimento desportivo em atletas de futebol
| Resumo: | No desporto de alta competição, a obtenção de excelentes resultados é indispensável para os atletas profissionais. Há muito que a psicologia do desporto estuda o rendimento desportivo e factores pertinentes para o mesmo, como, por exemplo, a orientação motivacional e a ansiedade competitiva. Com uma amostra de atletas de futebol, do sexo masculino, de um clube desportivo Lisboeta, este estudo pretende explorar a importância preditiva das duas últimas variáveis, para predizer o rendimento desportivo dos atletas. Os modelos adoptados para explicar a orientação motivacional e o traço de ansiedade competitiva são, respectivamente, a Teoria dos Objectivos de Realização de Nicholls (1989), e a Teoria da Ansiedade Multidimensional, de Martens, Vealey e Burton (1990). As três hipóteses propostas são as seguintes: “Os atletas com maior orientação motivacional ao nível da tarefa, apresentam maior rendimento desportivo”; “Os atletas com maior orientação motivacional ao nível do ego, apresentam menor rendimento desportivo” e “Maiores níveis de traço de ansiedade competitiva estão associados a menores níveis de rendimento desportivo”. O TEOSQp foi utilizado para avaliar a orientação motivacional; a SASp foi utilizada para avaliar o traço de ansiedade competitiva e o rendimento desportivo foi avaliado pela comissão técnica, numa escala de 1 a 5 pontos. Não foram encontradas correlações significativas das variáveis independentes com a variável dependente. São discutidas limitações do estudo, possíveis explicações dos resultados e importantíssimas implicações teóricas e práticas. |
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| Autores principais: | Pinto, Catarina Sofia Gomes |
| Assunto: | Orientação motivacional Traço de ansiedade competitiva Rendimento desportivo TEOSQp SASp Motivational orientation Competitive anxiety trait Sports performance |
| Ano: | 2018 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso restrito |
| Instituição associada: | Ispa-Instituto Universitário |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório do Ispa - Instituto Universitário |
| Resumo: | No desporto de alta competição, a obtenção de excelentes resultados é indispensável para os atletas profissionais. Há muito que a psicologia do desporto estuda o rendimento desportivo e factores pertinentes para o mesmo, como, por exemplo, a orientação motivacional e a ansiedade competitiva. Com uma amostra de atletas de futebol, do sexo masculino, de um clube desportivo Lisboeta, este estudo pretende explorar a importância preditiva das duas últimas variáveis, para predizer o rendimento desportivo dos atletas. Os modelos adoptados para explicar a orientação motivacional e o traço de ansiedade competitiva são, respectivamente, a Teoria dos Objectivos de Realização de Nicholls (1989), e a Teoria da Ansiedade Multidimensional, de Martens, Vealey e Burton (1990). As três hipóteses propostas são as seguintes: “Os atletas com maior orientação motivacional ao nível da tarefa, apresentam maior rendimento desportivo”; “Os atletas com maior orientação motivacional ao nível do ego, apresentam menor rendimento desportivo” e “Maiores níveis de traço de ansiedade competitiva estão associados a menores níveis de rendimento desportivo”. O TEOSQp foi utilizado para avaliar a orientação motivacional; a SASp foi utilizada para avaliar o traço de ansiedade competitiva e o rendimento desportivo foi avaliado pela comissão técnica, numa escala de 1 a 5 pontos. Não foram encontradas correlações significativas das variáveis independentes com a variável dependente. São discutidas limitações do estudo, possíveis explicações dos resultados e importantíssimas implicações teóricas e práticas. |
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