Publicação
Conhecimento e atitudes dos profissionais de saúde mental em relação ao recovery
| Resumo: | Este estudo multi-método é um estudo transversal que tem por objetivo conhecer quais os conhecimentos e atitudes dos profissionais de saúde mental em relação ao recovery e perceber se esses conhecimentos e atitudes são coerentes com os modelos teóricos utilizados pelas organizações onde trabalham. Para alcançar o propósito do estudo foram conduzidas duas análises separadas. Uma primeira análise qualitativa das respostas de profissionais, selecionados aleatoriamente, para uma proposta de intervenção da organização perante um pedido de suporte fornecido – a história de António -, a qual permitiu identificar dois modelos de intervenção dominantes: 1) orientação para o recovery; 2) orientação para a reabilitação psicossocial. A segunda análise, quantitativa, dividiu 72 profissionais dessas organizações em dois grupos independentes onde se comparou e analisou as respostas reportadas no Recovery Knowledge Inventory e no questionário de dados biográficos. Os resultados revelaram que a formação dos profissionais sobre recovery se afigura necessária para que se possam adotar mais e melhores práticas, programas e suporte que sejam facilitadores deste processo e que o modelo de intervenção utilizado nas organizações, está correlacionado com os conhecimentos e atitudes dos profissionais de saúde mental sobre o processo de recovery. |
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| Autores principais: | Henriques, Vera Lúcia Pimenta |
| Assunto: | Recovery Profissionais de saúde mental Conhecimentos Atitudes Mental health professionals Knowledge attitudes |
| Ano: | 2015 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso restrito |
| Instituição associada: | Ispa-Instituto Universitário |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório do Ispa - Instituto Universitário |
| Resumo: | Este estudo multi-método é um estudo transversal que tem por objetivo conhecer quais os conhecimentos e atitudes dos profissionais de saúde mental em relação ao recovery e perceber se esses conhecimentos e atitudes são coerentes com os modelos teóricos utilizados pelas organizações onde trabalham. Para alcançar o propósito do estudo foram conduzidas duas análises separadas. Uma primeira análise qualitativa das respostas de profissionais, selecionados aleatoriamente, para uma proposta de intervenção da organização perante um pedido de suporte fornecido – a história de António -, a qual permitiu identificar dois modelos de intervenção dominantes: 1) orientação para o recovery; 2) orientação para a reabilitação psicossocial. A segunda análise, quantitativa, dividiu 72 profissionais dessas organizações em dois grupos independentes onde se comparou e analisou as respostas reportadas no Recovery Knowledge Inventory e no questionário de dados biográficos. Os resultados revelaram que a formação dos profissionais sobre recovery se afigura necessária para que se possam adotar mais e melhores práticas, programas e suporte que sejam facilitadores deste processo e que o modelo de intervenção utilizado nas organizações, está correlacionado com os conhecimentos e atitudes dos profissionais de saúde mental sobre o processo de recovery. |
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