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Agressividade e depressão na infância: Estudo de caso empírico de um acompanhamento psicoterapêutico de um menino de sete anos
| Summary: | Este é um estudo de caso empírico de um acompanhamento psicoterapêutico de um menino de sete anos de idade. Esta criança no decorrer da sua infância, vêm demonstrando sinais alarmantes a nível comportamental, como agressividade dirigida aos pais e irmão, queixas relativas a algum isolamento social. Com estas queixas dei início ao processo terapêutico com uma periodicidade semanal. Como monitorização da psicopatologia, utilizei a bateria de testes ASEBA, que foi passada em quatro momentos distintos aos pais e à professora primária, permitindo assim completar o material por mim recolhido, como notas pessoais das consultas e ainda desenhos de cariz livre. A conclusão deste trabalho, é que ao fim destes dez meses de terapia, os níveis de depressão e também os de agressividade estão muito melhores, o que levou a que a criança tenha tido desenvolvimentos positivos tanto ao nível das relações familiares como sociais. Como não houve nenhuma alteração significativa no quotidiano da criança, nem dos que a rodeiam, pode-se concluir que estas alterações derivam do processo terapêutico pelo qual passou. |
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| Main Authors: | Nave, Mário Teles da |
| Subject: | Estudo de caso Bateria de teste ASEBA Agressividade Case study Battery test ASEBA Aggressiveness |
| Year: | 2012 |
| Country: | Portugal |
| Document type: | master thesis |
| Access type: | open access |
| Associated institution: | Ispa-Instituto Universitário |
| Language: | Portuguese |
| Origin: | Repositório do Ispa - Instituto Universitário |
| Summary: | Este é um estudo de caso empírico de um acompanhamento psicoterapêutico de um menino de sete anos de idade. Esta criança no decorrer da sua infância, vêm demonstrando sinais alarmantes a nível comportamental, como agressividade dirigida aos pais e irmão, queixas relativas a algum isolamento social. Com estas queixas dei início ao processo terapêutico com uma periodicidade semanal. Como monitorização da psicopatologia, utilizei a bateria de testes ASEBA, que foi passada em quatro momentos distintos aos pais e à professora primária, permitindo assim completar o material por mim recolhido, como notas pessoais das consultas e ainda desenhos de cariz livre. A conclusão deste trabalho, é que ao fim destes dez meses de terapia, os níveis de depressão e também os de agressividade estão muito melhores, o que levou a que a criança tenha tido desenvolvimentos positivos tanto ao nível das relações familiares como sociais. Como não houve nenhuma alteração significativa no quotidiano da criança, nem dos que a rodeiam, pode-se concluir que estas alterações derivam do processo terapêutico pelo qual passou. |
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