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A relação entre estilos parentais e autorregulação emocional no tempo de ecrã

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Introdução: A adolescência é uma fase crucial no desenvolvimento emocional e social, marcada pelo aumento do uso de tecnologias digitais, o que pode levar a sedentarismo, problemas de sono, isolamento social e, em casos extremos, dependência tecnológica. Este estudo investiga a relação entre estilos parentais, estratégias de regulação emocional e Tempo de Ecrã em adolescentes de 12 a 16 anos, com base em pesquisas que sugerem a influência dessas variáveis nos hábitos tecnológicos. Método: Realizou-se um estudo quantitativo, transversal e correlacional com 158 adolescentes, utilizando três instrumentos: um questionário sociodemográfico, o Questionário de Autoridade Parental (QAP) para avaliar estilos parentais (democrático, autoritário e permissivo) e o Questionário de Regulação Emocional para Crianças e Adolescentes (QRE-CA), que mede estratégias de reavaliação cognitiva e supressão emocional. Resultados: A análise estatística indicou ausência de interação significativa entre estilos parentais e estratégias de regulação emocional sobre o Tempo de Ecrã. Não foram encontradas diferenças significativas entre sexos e a prática de atividades extracurriculares. Contudo, observou-se uma correlação positiva significativa entre o estilo parental democrático e estratégias adaptativas de autorregulação. Conclusão: Embora estilos parentais e regulação emocional sejam importantes para o desenvolvimento juvenil, os resultados sugerem que fatores externos, como a influência dos pares e o contexto tecnológico, podem ter maior efeito na gestão do Tempo de Ecrã.
Autores principais:Rosa, Mariana Ventura Cabaço Sequeira
Assunto:Adolescência Estilos parentais Regulação emocional Tempo de ecrã Adolescence Parenting styles Emotion regulation Screen time
Ano:2024
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Ispa-Instituto Universitário
Idioma:português
Origem:Repositório do Ispa - Instituto Universitário
Descrição
Resumo:Introdução: A adolescência é uma fase crucial no desenvolvimento emocional e social, marcada pelo aumento do uso de tecnologias digitais, o que pode levar a sedentarismo, problemas de sono, isolamento social e, em casos extremos, dependência tecnológica. Este estudo investiga a relação entre estilos parentais, estratégias de regulação emocional e Tempo de Ecrã em adolescentes de 12 a 16 anos, com base em pesquisas que sugerem a influência dessas variáveis nos hábitos tecnológicos. Método: Realizou-se um estudo quantitativo, transversal e correlacional com 158 adolescentes, utilizando três instrumentos: um questionário sociodemográfico, o Questionário de Autoridade Parental (QAP) para avaliar estilos parentais (democrático, autoritário e permissivo) e o Questionário de Regulação Emocional para Crianças e Adolescentes (QRE-CA), que mede estratégias de reavaliação cognitiva e supressão emocional. Resultados: A análise estatística indicou ausência de interação significativa entre estilos parentais e estratégias de regulação emocional sobre o Tempo de Ecrã. Não foram encontradas diferenças significativas entre sexos e a prática de atividades extracurriculares. Contudo, observou-se uma correlação positiva significativa entre o estilo parental democrático e estratégias adaptativas de autorregulação. Conclusão: Embora estilos parentais e regulação emocional sejam importantes para o desenvolvimento juvenil, os resultados sugerem que fatores externos, como a influência dos pares e o contexto tecnológico, podem ter maior efeito na gestão do Tempo de Ecrã.