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Autonomia moral em crianças que frequentam uma escola pública do ensino básico : Diferenças entre género

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Neste trabalho, analisa-se a influência do género sobre a autonomia moral, tendo como principais influências as teorias de Piaget e Kohlberg. Para o efeito, é utilizada uma amostra constituída por 34 crianças de ambos os géneros, com idades compreendidas entre os 6 e os 9 anos, que frequentam uma escola pública do ensino básico. Como instrumento de avaliação utilizou-se a escala de Kurtines e Pimm (1983), que foi adaptada à população portuguesa (Fonseca, 1987). De acordo com os resultados obtidos, a diferença esperada entre géneros no tipo de respostas não se verificou nas três primeiras histórias, ou seja, o tipo de resposta moral não diferiu significativamente em função do género. No entanto, a quarta história não se enquadrou nestes resultados; nela foram encontradas diferenças estatisticamente significativas entre os géneros e entre as diferentes idades. Surpreendentemente, a quarta história demonstrou influenciar significativamente o tipo de resposta.
Autores principais:Formas, Luís Manuel Martins
Assunto:Autonomia moral Moral Autonomia Heteronomia Juízo moral Moral autonomy Moral Autonomy Heteronomy Moral judgement
Ano:2008
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Ispa-Instituto Universitário
Idioma:português
Origem:Repositório do Ispa - Instituto Universitário
Descrição
Resumo:Neste trabalho, analisa-se a influência do género sobre a autonomia moral, tendo como principais influências as teorias de Piaget e Kohlberg. Para o efeito, é utilizada uma amostra constituída por 34 crianças de ambos os géneros, com idades compreendidas entre os 6 e os 9 anos, que frequentam uma escola pública do ensino básico. Como instrumento de avaliação utilizou-se a escala de Kurtines e Pimm (1983), que foi adaptada à população portuguesa (Fonseca, 1987). De acordo com os resultados obtidos, a diferença esperada entre géneros no tipo de respostas não se verificou nas três primeiras histórias, ou seja, o tipo de resposta moral não diferiu significativamente em função do género. No entanto, a quarta história não se enquadrou nestes resultados; nela foram encontradas diferenças estatisticamente significativas entre os géneros e entre as diferentes idades. Surpreendentemente, a quarta história demonstrou influenciar significativamente o tipo de resposta.