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Trabalhar à sombra do erro: Perfecionismo, síndrome do impostor e o efeito mediador do medo de falhar em treinadores

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A presente dissertação tem como objetivo estudar a relação entre Perfecionismo e a Sindrome do Impostor, e o efeito mediador do Medo de Falhar nesta relação. Participaram 231 treinadores, com idades entre 18 e 73 anos (M = 37.21, DP = 13.27), maioritariamente homens (81.8%), de 22 modalidades, sobretudo em contexto amador (75.3%). Para a recolha de dados, foram utilizados como instrumentos, a Sport Multidimensional Perfectionism Scale (Sport-MPS-2) (Gotwals et al., 2010), validada e adaptada para a população portuguesa por Laranjeira (2020) e adaptada neste estudo para treinadores, a versão adaptada por Ruivo (2022) da Clance Impostor Phenomenon Scale (CIPS) (Clance, 1985) e a versão adaptada por Correia et al. (2016) da Performance Failure Appraisal Inventory (PFAI) (Conroy, et al. 2002). Os resultados mostram que existe uma associação positiva e estatisticamente significativa entre perfecionismo e síndrome do impostor. O mesmo se encontrou entre perfecionismo e medo de falhar, e medo de falhar e síndrome do impostor. Para além disto, verificou-se um efeito mediador do medo de falhar entre o perfecionismo e a síndrome do impostor. Os resultados apontam ainda para a importância de se trabalhar a reinterpretação do erro e a valorização do eu, reduzindo crenças de desvalor e vergonha de errar em treinadores.
Autores principais:Leonel, Ana Beatriz Meneses
Assunto:Perfecionismo Síndrome do impostor Medo de falhar Treinadores. Perfectionism Impostor syndrome Fear of failure Coaches
Ano:2025
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso embargado
Instituição associada:Ispa-Instituto Universitário
Idioma:português
Origem:Repositório do Ispa - Instituto Universitário
Descrição
Resumo:A presente dissertação tem como objetivo estudar a relação entre Perfecionismo e a Sindrome do Impostor, e o efeito mediador do Medo de Falhar nesta relação. Participaram 231 treinadores, com idades entre 18 e 73 anos (M = 37.21, DP = 13.27), maioritariamente homens (81.8%), de 22 modalidades, sobretudo em contexto amador (75.3%). Para a recolha de dados, foram utilizados como instrumentos, a Sport Multidimensional Perfectionism Scale (Sport-MPS-2) (Gotwals et al., 2010), validada e adaptada para a população portuguesa por Laranjeira (2020) e adaptada neste estudo para treinadores, a versão adaptada por Ruivo (2022) da Clance Impostor Phenomenon Scale (CIPS) (Clance, 1985) e a versão adaptada por Correia et al. (2016) da Performance Failure Appraisal Inventory (PFAI) (Conroy, et al. 2002). Os resultados mostram que existe uma associação positiva e estatisticamente significativa entre perfecionismo e síndrome do impostor. O mesmo se encontrou entre perfecionismo e medo de falhar, e medo de falhar e síndrome do impostor. Para além disto, verificou-se um efeito mediador do medo de falhar entre o perfecionismo e a síndrome do impostor. Os resultados apontam ainda para a importância de se trabalhar a reinterpretação do erro e a valorização do eu, reduzindo crenças de desvalor e vergonha de errar em treinadores.