Publicação
Um estudo exploratório sobre a (in)existência de emoções em fetos no terceiro trimestre de gestação
| Resumo: | Introdução teórica: A existência de uma vida mental pré-natal ou de um psiquismo embriónico é corroborado pelas emoções naturais, várias expressões faciais presentes a partir do 2º semestre de gestação, diferenciação de padrões do discurso emocional e por ter emoções. Objectivo: Pretende-se averiguar a (in)existência de emoções independentes das maternas, a partir das 34 semanas de gestação. Método: Estudo exploratório de delineamento experimental simples de grupos independentes aleatórios, constituído por três grupos experimentais pelos quais 93 participantes foram distribuídos aleatoriamente. Estas têm idades entre 17 e 40 anos, e os seus filhos têm entre 34 a 40 semanas de gestação. Mães e fetos foram expostas a estímulos musicais distintos durante a realização do CTG, após terem preenchido o MHI-5 e o questionário referente a dados demográficos, antecedentes pessoais e familiares. Analisou-se a frequência cardíaca fetal (FCF) e sua variação (VFCF) nos três grupos experimentais. Resultados: Não se observaram diferenças significativas em termos de FCF nos três grupos experimentais, porém constatam-se diferenças significativas ao nível da VFCF. Discussão: Apurou-se que o feto expressa uma independência ligeira da mãe que se poderá dever a uma continuidade mãe-feto veiculada pela placenta e por uma escassa individualidade e autonomia psíquica. Poderão ser usados métodos mais precisos que apreendam a integralidade do comportamento da FCF e da VFCF em estudos futuros. . |
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| Autores principais: | Cerqueira, Mariana Ramos Costa |
| Assunto: | Emoções Fetos Psicologia fetal Frequência cardíaca (FC) Frequência Cardíaca (VFC) Emotions Fetuses Fetal psychology Heart rate (HR) Heart rate variability (HRV) |
| Ano: | 2014 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Ispa-Instituto Universitário |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório do Ispa - Instituto Universitário |
| Resumo: | Introdução teórica: A existência de uma vida mental pré-natal ou de um psiquismo embriónico é corroborado pelas emoções naturais, várias expressões faciais presentes a partir do 2º semestre de gestação, diferenciação de padrões do discurso emocional e por ter emoções. Objectivo: Pretende-se averiguar a (in)existência de emoções independentes das maternas, a partir das 34 semanas de gestação. Método: Estudo exploratório de delineamento experimental simples de grupos independentes aleatórios, constituído por três grupos experimentais pelos quais 93 participantes foram distribuídos aleatoriamente. Estas têm idades entre 17 e 40 anos, e os seus filhos têm entre 34 a 40 semanas de gestação. Mães e fetos foram expostas a estímulos musicais distintos durante a realização do CTG, após terem preenchido o MHI-5 e o questionário referente a dados demográficos, antecedentes pessoais e familiares. Analisou-se a frequência cardíaca fetal (FCF) e sua variação (VFCF) nos três grupos experimentais. Resultados: Não se observaram diferenças significativas em termos de FCF nos três grupos experimentais, porém constatam-se diferenças significativas ao nível da VFCF. Discussão: Apurou-se que o feto expressa uma independência ligeira da mãe que se poderá dever a uma continuidade mãe-feto veiculada pela placenta e por uma escassa individualidade e autonomia psíquica. Poderão ser usados métodos mais precisos que apreendam a integralidade do comportamento da FCF e da VFCF em estudos futuros. . |
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