Publicação
Cientistas de palmo e meio: Uma brincadeira muito séria
| Resumo: | À semelhança do que acontece noutros países a promoção da cultura científica tem sido uma preocupação em Portugal, em particular na última década. A nossa participação, ao longo de 10 anos, em projectos que visam a introdução do estudo experimental da ciência e tecnologia no ensino pré-escolar e 1.º ciclo do ensino básico permitiu-nos reflectir com um grande número de professores sobre o significado do ensino experimental da ciência e tecnologia nestes graus de ensino, adquirir experiência neste domínio e recolher inúmeros testemunhos de professores e crianças. É desta experiência que damos conta neste artigo. No mundo em que vivemos a cultura científica tem que estar presente na escola se se pretende formar cidadãos intervenientes, esclarecidos, responsáveis e com competências profissionais adaptadas à realidade. Sendo a escolaridade obrigatória de apenas 9 anos, e dado que é neste período que a generalidade das pessoas vai adquirir a sua formação científica básica, é importante que esta comece tão cedo quanto possível. Um longo caminho há ainda a percorrer para se alcançar uma integração efectiva e generalizada do ensino experimental da ciência e tecnologia no pré-escolar e 1.º ciclo do ensino básico em Portugal. Para que se consiga alcançar este objectivo consideramos fundamental o investimento num extenso e profundo processo de formação de professores. |
|---|---|
| Autores principais: | Mata, Paulina |
| Outros Autores: | Bettencourt, Conceição; Lino, Maria José; Paiva, Marília Sousa |
| Assunto: | Literacia em ciência Educação em ciência Ensino experimental de ciência Science literacy Primary science Experimental science teaching |
| Ano: | 2004 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Ispa-Instituto Universitário |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório do Ispa - Instituto Universitário |
| Resumo: | À semelhança do que acontece noutros países a promoção da cultura científica tem sido uma preocupação em Portugal, em particular na última década. A nossa participação, ao longo de 10 anos, em projectos que visam a introdução do estudo experimental da ciência e tecnologia no ensino pré-escolar e 1.º ciclo do ensino básico permitiu-nos reflectir com um grande número de professores sobre o significado do ensino experimental da ciência e tecnologia nestes graus de ensino, adquirir experiência neste domínio e recolher inúmeros testemunhos de professores e crianças. É desta experiência que damos conta neste artigo. No mundo em que vivemos a cultura científica tem que estar presente na escola se se pretende formar cidadãos intervenientes, esclarecidos, responsáveis e com competências profissionais adaptadas à realidade. Sendo a escolaridade obrigatória de apenas 9 anos, e dado que é neste período que a generalidade das pessoas vai adquirir a sua formação científica básica, é importante que esta comece tão cedo quanto possível. Um longo caminho há ainda a percorrer para se alcançar uma integração efectiva e generalizada do ensino experimental da ciência e tecnologia no pré-escolar e 1.º ciclo do ensino básico em Portugal. Para que se consiga alcançar este objectivo consideramos fundamental o investimento num extenso e profundo processo de formação de professores. |
|---|