Publicação
Funcionamento familiar e delinquência juvenil : A mediação do autocontrolo
| Resumo: | De acordo com a Teoria Geral do Crime as práticas parentais ineficazes são a principal causa do baixo autocontrolo e, por sua vez, o autocontrolo será o principal responsável pelo desenvolvimento de comportamentos delinquentes. No presente estudo temos como objetivo analisar empiricamente estas afirmações, ou seja, verificar a influência do funcionamento familiar no autocontrolo e seguidamente analisar se o autocontrolo é mediador na relação entre o funcionamento familiar e a delinquência juvenil. Neste estudo participaram 181 adolescentes, com idades compreendidas entre os 12 e os 19 anos de idade e a frequentar escolas da área da Grande Lisboa. Os instrumentos utilizados foram os seguintes: escala de coesão e flexibilidade familiar (FACES IV), escala de autocontrolo e escala de variedade de delinquência. Os resultados demonstraram uma relação positiva entre o funcionamento familiar e o autocontrolo e uma relação negativa entre o autocontrolo e os comportamentos de delinquência. Por sua vez, o autocontrolo mediou totalmente a relação entre o funcionamento familiar e a delinquência dos jovens. As implicações deste estudo são discutidas. |
|---|---|
| Autores principais: | Gomes, Hugo Miguel dos Santos |
| Outros Autores: | Pereira, Maria Gouveia |
| Assunto: | Coesão familiar Flexibilidade familiar Autocontrolo Delinquência juvenil Family cohesion Family flexibility Self-control Juvenile delinquency |
| Ano: | 2014 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Ispa-Instituto Universitário |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório do Ispa - Instituto Universitário |
| Resumo: | De acordo com a Teoria Geral do Crime as práticas parentais ineficazes são a principal causa do baixo autocontrolo e, por sua vez, o autocontrolo será o principal responsável pelo desenvolvimento de comportamentos delinquentes. No presente estudo temos como objetivo analisar empiricamente estas afirmações, ou seja, verificar a influência do funcionamento familiar no autocontrolo e seguidamente analisar se o autocontrolo é mediador na relação entre o funcionamento familiar e a delinquência juvenil. Neste estudo participaram 181 adolescentes, com idades compreendidas entre os 12 e os 19 anos de idade e a frequentar escolas da área da Grande Lisboa. Os instrumentos utilizados foram os seguintes: escala de coesão e flexibilidade familiar (FACES IV), escala de autocontrolo e escala de variedade de delinquência. Os resultados demonstraram uma relação positiva entre o funcionamento familiar e o autocontrolo e uma relação negativa entre o autocontrolo e os comportamentos de delinquência. Por sua vez, o autocontrolo mediou totalmente a relação entre o funcionamento familiar e a delinquência dos jovens. As implicações deste estudo são discutidas. |
|---|