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Bem-estar psicológico e espontaneidade : Um estudo correlacional

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Detalhes bibliográficos
Resumo:No nosso país, o conceito espontaneidade tem sido alvo de pouca atenção por parte da comunidade científica, sendo poucos os estudos em torno do termo defendido por Moreno. Na literatura existente, afirma-se que os indivíduos que apresentam maior espontaneidade, revelam baixos índices de problemas de saúde mental, tais como o stress, a ansiedade, as tendências obsessivo-compulsivas, a baixa auto-estima, o baixo nível de bemestar psicológico, entre outros factores. O principal objectivo deste estudo é contribuir para a criação de uma base empírica mais sólida referente à espontaneidade na população portuguesa, como também perceber se esta se correlaciona positivamente com atributos saudáveis da personalidade, particularmente com o bem-estar psicológico. O método consiste num estudo correlacional entre a Espontaneidade e o Bem-Estar Psicológico, em que se recorreu aos seguintes instrumentos: Revised Spontaneity Assessment Inventory (SAI-R), adaptada para a língua portuguesa, e a Escala de Bem-Estar Psicológico (EBEP-R). A amostra é constituída por 216 participantes. Constatou-se a existência de uma correlação positiva entre os valores obtidos no SAI-R e no EBEP-R, tendo sido também possível verificar a ausência de diferenças entre géneros no que respeita aos dois constructos em estudo. Na discussão argumenta-se, com base em referências empíricas, que o bem-estar psicológico se correlacionar positivamente com a intensidade de sentimentos e pensamentos relativos à espontaneidade.
Autores principais:Dias, Ana Filipa Rebelo
Assunto:Espontaneidade SAI-R Bem-estar psicológico Saúde-mental Spontaneity Psychological well-being Mental health
Ano:2010
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Ispa-Instituto Universitário
Idioma:português
Origem:Repositório do Ispa - Instituto Universitário
Descrição
Resumo:No nosso país, o conceito espontaneidade tem sido alvo de pouca atenção por parte da comunidade científica, sendo poucos os estudos em torno do termo defendido por Moreno. Na literatura existente, afirma-se que os indivíduos que apresentam maior espontaneidade, revelam baixos índices de problemas de saúde mental, tais como o stress, a ansiedade, as tendências obsessivo-compulsivas, a baixa auto-estima, o baixo nível de bemestar psicológico, entre outros factores. O principal objectivo deste estudo é contribuir para a criação de uma base empírica mais sólida referente à espontaneidade na população portuguesa, como também perceber se esta se correlaciona positivamente com atributos saudáveis da personalidade, particularmente com o bem-estar psicológico. O método consiste num estudo correlacional entre a Espontaneidade e o Bem-Estar Psicológico, em que se recorreu aos seguintes instrumentos: Revised Spontaneity Assessment Inventory (SAI-R), adaptada para a língua portuguesa, e a Escala de Bem-Estar Psicológico (EBEP-R). A amostra é constituída por 216 participantes. Constatou-se a existência de uma correlação positiva entre os valores obtidos no SAI-R e no EBEP-R, tendo sido também possível verificar a ausência de diferenças entre géneros no que respeita aos dois constructos em estudo. Na discussão argumenta-se, com base em referências empíricas, que o bem-estar psicológico se correlacionar positivamente com a intensidade de sentimentos e pensamentos relativos à espontaneidade.