Publicação
A experiência de sem-abrigo como promotora de empoderamento psicológico
| Resumo: | O objectivo deste estudo visa compreender o modo como a experiência de viver sem-abrigo pode ser promotora do empoderamento psicológico. Com base numa metodologia qualitativa entrevistaram-se três homens sem-abrigo com idades compreendidas entre os 25 e os 56 anos. Os resultados sugerem que viver como sem-abrigo pode promover uma maior consciência crítica do ambiente sociopolítico no qual o indivíduo está inserido, uma maior capacidade de resolução de problemas, um sentido de competência pessoal, bem como uma maior capacidade de acesso aos recursos existentes. Mediante estes resultados é discutido o modo como os significados da experiência de viver sem-abrigo podem assumir dimensões psicológicas que parecem ter sido pouco consideradas anteriormente nos estudos realizados com pessoas sem-abrigo. |
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| Autores principais: | Jesus, Maria Fernanda de |
| Outros Autores: | Menezes, Isabel |
| Assunto: | Empoderamento psicológico Pessoas sem-abrigo Homeless peoples Psychological empowerment |
| Ano: | 2010 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Ispa-Instituto Universitário |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório do Ispa - Instituto Universitário |
| Resumo: | O objectivo deste estudo visa compreender o modo como a experiência de viver sem-abrigo pode ser promotora do empoderamento psicológico. Com base numa metodologia qualitativa entrevistaram-se três homens sem-abrigo com idades compreendidas entre os 25 e os 56 anos. Os resultados sugerem que viver como sem-abrigo pode promover uma maior consciência crítica do ambiente sociopolítico no qual o indivíduo está inserido, uma maior capacidade de resolução de problemas, um sentido de competência pessoal, bem como uma maior capacidade de acesso aos recursos existentes. Mediante estes resultados é discutido o modo como os significados da experiência de viver sem-abrigo podem assumir dimensões psicológicas que parecem ter sido pouco consideradas anteriormente nos estudos realizados com pessoas sem-abrigo. |
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