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Colaboração entre professores e auto-eficácia docente: Que relações?

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este artigo reporta os principais resultados de uma investigação que teve por objetivo estudar a influência da autoeficácia docente sobre a colaboração entre professores. O estudo envolveu 82 professores de escolas dos 2º e 3º ciclos de Portugal continental. O instrumento utilizado é constituído por três escalas. A primeira escala identifica as práticas de colaboração implementadas pelos professores, a segunda mede os interesses por colaboração e a última escala avalia as crenças de autoeficácia docente. Os principais resultados sugerem que os professores que se autopercecionam como mais eficientes estão mais disponíveis para colaborar, tendo-se verificado uma correlação entre níveis de autoeficácia docente mais elevados e o interesse dos professores em colaborar. A par da recetividade à colaboração, foi detetada uma associação entre a perceção da autoeficácia docente e o envolvimento dos professores em práticas de colaboração, concluindo-se sobre a tendência do envolvimento com práticas colaborativas aumentar junto dos docentes cuja autoavaliação da sua eficácia docente é mais elevada.
Autores principais:Silva, José Maria Castro
Outros Autores:Silva, Manuela Santos Marques da
Assunto:Colaboração entre professores Autoeficácia docente Práticas de colaboração Interesse por colaboração Collaboration between teachers Teacher’s self-efficacy beliefs Collaboration practices Receptivity to collaboration Collaboration entre professeurs Auto-efficacité des enseignants Pratiques de collaboration Intérêts pour la collaboration
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Ispa-Instituto Universitário
Idioma:português
Origem:Repositório do Ispa - Instituto Universitário
Descrição
Resumo:Este artigo reporta os principais resultados de uma investigação que teve por objetivo estudar a influência da autoeficácia docente sobre a colaboração entre professores. O estudo envolveu 82 professores de escolas dos 2º e 3º ciclos de Portugal continental. O instrumento utilizado é constituído por três escalas. A primeira escala identifica as práticas de colaboração implementadas pelos professores, a segunda mede os interesses por colaboração e a última escala avalia as crenças de autoeficácia docente. Os principais resultados sugerem que os professores que se autopercecionam como mais eficientes estão mais disponíveis para colaborar, tendo-se verificado uma correlação entre níveis de autoeficácia docente mais elevados e o interesse dos professores em colaborar. A par da recetividade à colaboração, foi detetada uma associação entre a perceção da autoeficácia docente e o envolvimento dos professores em práticas de colaboração, concluindo-se sobre a tendência do envolvimento com práticas colaborativas aumentar junto dos docentes cuja autoavaliação da sua eficácia docente é mais elevada.