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Conflito trabalho-família e a intenção de saída: A influência da modalidade de trabalho, género e geração

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O presente estudo teve como principal objetivo a análise do impacto do Conflito Trabalho-Família na Intenção de Saída, bem como testar se a Modalidade de Trabalho, o Género e a Geração apresentam um efeito moderador nesta relação. Para o presente estudo foram criadas 12 hipóteses que testam as relações das variáveis acima referidas. Neste estudo participaram 194 pessoas em que as mesmas eram de diferentes organizações, de diferentes idades e tinham uma modalidade de trabalho associada ao seu trabalho. Através do tratamento estatístico dos dados, foi possível concluir que quanto à modalidade, ambos os domínios do conflito são mais baixos na modalidade híbrida do que na presencial; quando ao género, o feminino possui uma maior vontade de sair da organização quando existe conflito comparativamente com o género masculino; por fim, quanto à geração, na geração prémilénio, quando o conflito é baixo, a intenção de saída da organização também é baixa, mas na geração pós-milénio, mesmo que o conflito seja baixo, já existe uma intenção significativa de sair da organização.
Autores principais:Pinheiro, Valentina Carlos
Assunto:Conflito trabalho-família Modalidade de trabalho Geração Género Intenção de saída Work-family conflict Type of work Generation Gender Intention to leave
Ano:2024
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Ispa-Instituto Universitário
Idioma:português
Origem:Repositório do Ispa - Instituto Universitário
Descrição
Resumo:O presente estudo teve como principal objetivo a análise do impacto do Conflito Trabalho-Família na Intenção de Saída, bem como testar se a Modalidade de Trabalho, o Género e a Geração apresentam um efeito moderador nesta relação. Para o presente estudo foram criadas 12 hipóteses que testam as relações das variáveis acima referidas. Neste estudo participaram 194 pessoas em que as mesmas eram de diferentes organizações, de diferentes idades e tinham uma modalidade de trabalho associada ao seu trabalho. Através do tratamento estatístico dos dados, foi possível concluir que quanto à modalidade, ambos os domínios do conflito são mais baixos na modalidade híbrida do que na presencial; quando ao género, o feminino possui uma maior vontade de sair da organização quando existe conflito comparativamente com o género masculino; por fim, quanto à geração, na geração prémilénio, quando o conflito é baixo, a intenção de saída da organização também é baixa, mas na geração pós-milénio, mesmo que o conflito seja baixo, já existe uma intenção significativa de sair da organização.