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A perceção de Mulheres Bissexuais consumidoras de Canábis e os seus estilos de coping

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A literatura tem investido atualmente na comunidade LGBTQ+ para aprofundar o seu conhecimento. Um dos investimentos tem sido a observação do seu consumo de substâncias e como influencia as suas vidas. Portugal foi dos primeiros países a descriminalizar o consumo de substâncias como estratégia preventiva face ao problema que se deparava relativamente ao consumo de substâncias. O estudo presente foca-se num grupo pouco representado dentro e fora da comunidade, as mulheres bissexuais e tenta compreender se o seu consumo de substâncias atua como mecanismo de coping face às adversidades que sofrem pelo seu género e/ou orientação sexual. Foram realizadas entrevistas semiestruturadas que procuram conhecer as experiências de vida destas mulheres, utilizando a análise fenomenológica interpretativa. Os resultados observados mostram que a amostra não consome para lidar com experiências bifóbicas e/ou misóginas mas sim para regular a sua ansiedade, ciclo de sono e como um agente de facilitador social.
Autores principais:Vieira, Rúben António Areia
Assunto:Canábis Mulheres Bissexuais Ansiedade Cannabis Women Bisexuals Anxiety
Ano:2023
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Ispa-Instituto Universitário
Idioma:português
Origem:Repositório do Ispa - Instituto Universitário
Descrição
Resumo:A literatura tem investido atualmente na comunidade LGBTQ+ para aprofundar o seu conhecimento. Um dos investimentos tem sido a observação do seu consumo de substâncias e como influencia as suas vidas. Portugal foi dos primeiros países a descriminalizar o consumo de substâncias como estratégia preventiva face ao problema que se deparava relativamente ao consumo de substâncias. O estudo presente foca-se num grupo pouco representado dentro e fora da comunidade, as mulheres bissexuais e tenta compreender se o seu consumo de substâncias atua como mecanismo de coping face às adversidades que sofrem pelo seu género e/ou orientação sexual. Foram realizadas entrevistas semiestruturadas que procuram conhecer as experiências de vida destas mulheres, utilizando a análise fenomenológica interpretativa. Os resultados observados mostram que a amostra não consome para lidar com experiências bifóbicas e/ou misóginas mas sim para regular a sua ansiedade, ciclo de sono e como um agente de facilitador social.