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Desmistificando a doença mental: “Rádio Aurora – a outra voz” – estudo exploratório com enfermeiros

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O estigma perante a doença e o doente mental é actualmente considerado pela Organização Mundial de Saúde (2005) uma prioridade. Neste sentido, nos últimos anos tem-se revelado necessária a criação de trabalhos científicos com vista ao entendimento desta problemática, objectivando a melhoria de metodologias de intervenção direccionadas para o combate da discriminação e do preconceito existentes face à doença mental (Batista, 2013). O presente estudo, de cariz quasi-experimental, procurou avaliar o efeito de programas de rádio realizados por pessoas com doença mental, no combate ao estigma perante a doença e o doente mental, através das atitudes reveladas pelos inquiridos acerca desta temática. A amostra foi constituída por 30 enfermeiros a exercer a sua função em dois serviços de cuidados de saúde gerais. Como instrumentos de colheita de dados foram utilizados um questionário sócio-demográfico, a versão portuguesa traduzida e adaptada (Oliveira, 2005) da Opinions about Mental Illness Scale (OMIS) de Cohen e Struening (1962) e dois programas de rádio com diferentes temas, criados pela equipa que constitui a Rádio Aurora. Os resultados encontrados revelaram que a audição dos programas de rádio da Rádio Aurora não provocou alterações estatisticamente significativas nas atitudes dos enfermeiros face à doença e ao doente mental.
Autores principais:Cláudio, Ana Patrícia Revez
Assunto:Estigma Doença mental Atitudes Enfermeiros Combate ao estigma Stigma Mental illness Attitudes Nurses Fight stigma
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Ispa-Instituto Universitário
Idioma:português
Origem:Repositório do Ispa - Instituto Universitário
Descrição
Resumo:O estigma perante a doença e o doente mental é actualmente considerado pela Organização Mundial de Saúde (2005) uma prioridade. Neste sentido, nos últimos anos tem-se revelado necessária a criação de trabalhos científicos com vista ao entendimento desta problemática, objectivando a melhoria de metodologias de intervenção direccionadas para o combate da discriminação e do preconceito existentes face à doença mental (Batista, 2013). O presente estudo, de cariz quasi-experimental, procurou avaliar o efeito de programas de rádio realizados por pessoas com doença mental, no combate ao estigma perante a doença e o doente mental, através das atitudes reveladas pelos inquiridos acerca desta temática. A amostra foi constituída por 30 enfermeiros a exercer a sua função em dois serviços de cuidados de saúde gerais. Como instrumentos de colheita de dados foram utilizados um questionário sócio-demográfico, a versão portuguesa traduzida e adaptada (Oliveira, 2005) da Opinions about Mental Illness Scale (OMIS) de Cohen e Struening (1962) e dois programas de rádio com diferentes temas, criados pela equipa que constitui a Rádio Aurora. Os resultados encontrados revelaram que a audição dos programas de rádio da Rádio Aurora não provocou alterações estatisticamente significativas nas atitudes dos enfermeiros face à doença e ao doente mental.