Publicação
Institucionalização e sintomas psicopatológicos: O comportamento delinquente na adolescência e a influência de factores de risco
| Resumo: | Esta investigação incide sobre a pertinência de estudar as problemáticas adversas ao desenvolvimento emocional e cognitivo destes jovens, várias vezes traduzido por diferentes níveis de mal-estar. Assim, pretende-se relacionar as trajectórias de vida dos jovens, em situações de institucionalização (G.J.I.) e em meio familiar de vida (G.J.N.I.), com os sintomas psicopatológicos e a intensidade de sofrimento psicológico. O acolhimento institucional de crianças/ jovens sem suporte familiar adequado, tem vindo a constituir-se como questão central. As investigações realizadas, nesta área, sobre o verdadeiro impacto da institucionalização, indicam que crianças/jovens institucionalizados apresentam tendência depressiva, por comparação, com as crianças/jovens em meio familiar de vida (Rosinha, 2005; Ferreira, 2002, cits. por Marques, 2006). Neste estudo foram avaliados 30 jovens, dos 13 aos 16 anos. Recorreu-se à Escala de Avaliação de Sintomas 90- R (SCL- 90- R), avaliando-se as diferenças relativas aos valores Médios e Desvios-padrão dos dois grupos (G.J.I. e G.J.N.I) para as 9 dimensões de sintomas psicológicos, bem como a correlação entre estas dimensões. Os resultados referem que o G.J.I. apresenta um maior número de sintomas psicopatológicos, em detrimento do G.J.N.I., com comportamentos delinquentes em meio familiar de vida. Relatam ainda que existe uma analogia entre a institucionalização e o Índice Geral de Sintomas (GSI), em que o G.J.I. exprime maior intensidade de sofrimento psíquico. Conclui-se que as trajectórias de vida destes jovens foram determinantes no número de sintomas psicopatológicos e na intensidade de sofrimento psíquico. |
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| Autores principais: | Guerra, Ana Sofia dos Santos |
| Assunto: | Institucionalização Meio familiar de vida Sintomas psicopatológicos Institutionalization Familiar environment Psychopathological symp |
| Ano: | 2008 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Ispa-Instituto Universitário |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório do Ispa - Instituto Universitário |
| Resumo: | Esta investigação incide sobre a pertinência de estudar as problemáticas adversas ao desenvolvimento emocional e cognitivo destes jovens, várias vezes traduzido por diferentes níveis de mal-estar. Assim, pretende-se relacionar as trajectórias de vida dos jovens, em situações de institucionalização (G.J.I.) e em meio familiar de vida (G.J.N.I.), com os sintomas psicopatológicos e a intensidade de sofrimento psicológico. O acolhimento institucional de crianças/ jovens sem suporte familiar adequado, tem vindo a constituir-se como questão central. As investigações realizadas, nesta área, sobre o verdadeiro impacto da institucionalização, indicam que crianças/jovens institucionalizados apresentam tendência depressiva, por comparação, com as crianças/jovens em meio familiar de vida (Rosinha, 2005; Ferreira, 2002, cits. por Marques, 2006). Neste estudo foram avaliados 30 jovens, dos 13 aos 16 anos. Recorreu-se à Escala de Avaliação de Sintomas 90- R (SCL- 90- R), avaliando-se as diferenças relativas aos valores Médios e Desvios-padrão dos dois grupos (G.J.I. e G.J.N.I) para as 9 dimensões de sintomas psicológicos, bem como a correlação entre estas dimensões. Os resultados referem que o G.J.I. apresenta um maior número de sintomas psicopatológicos, em detrimento do G.J.N.I., com comportamentos delinquentes em meio familiar de vida. Relatam ainda que existe uma analogia entre a institucionalização e o Índice Geral de Sintomas (GSI), em que o G.J.I. exprime maior intensidade de sofrimento psíquico. Conclui-se que as trajectórias de vida destes jovens foram determinantes no número de sintomas psicopatológicos e na intensidade de sofrimento psíquico. |
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