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Impacto psicológico na arbitragem: o efeito moderador da ansiedade-estado na relação entre o estilo de tomada de decisão intuitivo e o desempenho dos árbitros de futebol e futsal portugueses

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O objetivo do presente estudo foi compreender se as variáveis Tomada de Decisão Intuitiva e Desempenho se relacionavam e se estas seriam moderadas pela variável Ansiedade- Estado. A amostra foi composta por 398 árbitros portugueses, de idades compreendidas entre os 16 e os 58 anos (M=29.82; DP=8.34), sendo 350 (87.9%) do sexo masculino e 48 (12.1%) do sexo feminino; quanto às modalidades 302 (75,9%) arbitram futebol e 96 arbitram futsal (24,1%). Os instrumentos utilizados para trabalhar as variáveis em estudo foram o Rational‐ Experiential Inventory (REI‐40), para avaliar o estilo de tomada de decisão; a Sport Anxiety Scale-2 (SAS-2), para avaliar o nível de ansiedade; e o Questionário de Perceção de Rendimento Desportivo para avaliar o rendimento percebido. Nos resultados podemos concluir que as duas primeiras hipóteses foram corroboradas – relação direta entre Intuição e Desempenho e relação direta entre Ansiedade e Desempenho – ao contrário da última que não se corroborou – a Ansiedade não modera a relação entre Intuição e Desempenho. Devido à não corroboração da última hipótese foi realizada uma análise complementar – Ansiedade como mediadora da relação entre Intuição e Desempenho – que foi corroborada. Foram também realizadas análises de comparação entre grupos entre as três variáveis e o Nível de Arbitragem.
Autores principais:Santos, Inês Mendonça dos
Assunto:Intuição Desempenho Ansiedade estado Árbitros Desporto. Intuition Performance State-Anxiety Referees Sports
Ano:2021
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Ispa-Instituto Universitário
Idioma:português
Origem:Repositório do Ispa - Instituto Universitário
Descrição
Resumo:O objetivo do presente estudo foi compreender se as variáveis Tomada de Decisão Intuitiva e Desempenho se relacionavam e se estas seriam moderadas pela variável Ansiedade- Estado. A amostra foi composta por 398 árbitros portugueses, de idades compreendidas entre os 16 e os 58 anos (M=29.82; DP=8.34), sendo 350 (87.9%) do sexo masculino e 48 (12.1%) do sexo feminino; quanto às modalidades 302 (75,9%) arbitram futebol e 96 arbitram futsal (24,1%). Os instrumentos utilizados para trabalhar as variáveis em estudo foram o Rational‐ Experiential Inventory (REI‐40), para avaliar o estilo de tomada de decisão; a Sport Anxiety Scale-2 (SAS-2), para avaliar o nível de ansiedade; e o Questionário de Perceção de Rendimento Desportivo para avaliar o rendimento percebido. Nos resultados podemos concluir que as duas primeiras hipóteses foram corroboradas – relação direta entre Intuição e Desempenho e relação direta entre Ansiedade e Desempenho – ao contrário da última que não se corroborou – a Ansiedade não modera a relação entre Intuição e Desempenho. Devido à não corroboração da última hipótese foi realizada uma análise complementar – Ansiedade como mediadora da relação entre Intuição e Desempenho – que foi corroborada. Foram também realizadas análises de comparação entre grupos entre as três variáveis e o Nível de Arbitragem.