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O uso de jogos e processamento de informação : ganhos e perdas

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A área dos videojogos, ainda que se encontre cada vez mais em expansão e com constantes inovações tecnológicas, como podemos verificar através da expansão da realidade virtual (Cheng et al., 2018), é ainda muito pouco explorada, do ponto de vista da investigação científica. Quando falamos do impacto positivo que estes poderão ter na sociedade, esta investigação é ainda mais rara, contrariamente ao que ocorre com o número de estudos e autores que se centram no impacto negativo e nas repercussões negativas. O presente estudo exploratório tem como principal propósito indagar acerca da existência, ou não, de um fator protetor e positivo, e se poderá existir alguma relação entre o grau de dependência nos videojogos, a velocidade de processamento de informação e a qualidade de vida. Deste modo, este poderá vir a ser um importante contributo para a desmistificação no papel dos videojogos no desenvolvimento humano. Participaram 45 sujeitos, com idades compreendidas entre os 19 e os 61 anos, tendo sido utilizados os instrumentos: IGDS9-S, WHOQOL–bref, e tarefas de busca visual em Cenários digitais (Super Lab Pro). Relativamente ao grupo sujeitos com algum grau de dependência, concluiu-se que a velocidade de processamento de informação, não se mostrou positivamente significativa e que apresentaram resultados a nível da qualidade de vida, mais reduzidos.
Autores principais:Silva, Inês Margarida Moreira da
Assunto:Dependência Videojogos Processamento de informação Qualidade de vida Dependency Video games Information processing Quality of life
Ano:2021
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Ispa-Instituto Universitário
Idioma:português
Origem:Repositório do Ispa - Instituto Universitário
Descrição
Resumo:A área dos videojogos, ainda que se encontre cada vez mais em expansão e com constantes inovações tecnológicas, como podemos verificar através da expansão da realidade virtual (Cheng et al., 2018), é ainda muito pouco explorada, do ponto de vista da investigação científica. Quando falamos do impacto positivo que estes poderão ter na sociedade, esta investigação é ainda mais rara, contrariamente ao que ocorre com o número de estudos e autores que se centram no impacto negativo e nas repercussões negativas. O presente estudo exploratório tem como principal propósito indagar acerca da existência, ou não, de um fator protetor e positivo, e se poderá existir alguma relação entre o grau de dependência nos videojogos, a velocidade de processamento de informação e a qualidade de vida. Deste modo, este poderá vir a ser um importante contributo para a desmistificação no papel dos videojogos no desenvolvimento humano. Participaram 45 sujeitos, com idades compreendidas entre os 19 e os 61 anos, tendo sido utilizados os instrumentos: IGDS9-S, WHOQOL–bref, e tarefas de busca visual em Cenários digitais (Super Lab Pro). Relativamente ao grupo sujeitos com algum grau de dependência, concluiu-se que a velocidade de processamento de informação, não se mostrou positivamente significativa e que apresentaram resultados a nível da qualidade de vida, mais reduzidos.