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O processo psicanalítico de Meltzer revisitado: Considerações para uma ética psicanalítica

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O processo psicanalítico foi um conceito que Donald Meltzer (1967) desenvolveu, procurando dar conta de uma atitude na análise, uma atitude do analista face ao paciente, baseada na integração, procurando a autonomia e o crescimento interno. Eu procuro fazer a revisão do conceito, actualizando-o e integrando-o nos desenvolvimentos recentes da psicanálise. Procuro tornar o conceito mais claro e delineado da forma mais ética possível, visando o seu uso mais alargado enquanto conceito psicanalítico, esperando que a sua delineação permita aos analistas terem uma ideia do que acontece na análise, uma ideia de para onde aquele processo que iniciaram com o paciente realmente vai ou deve ir. Procuro acima de tudo realçar a análise enquanto um espaço de liberdade e de desenvolvimento, de transformação e crescimento, um espaço que o paciente interioriza e que lhe permite, no futuro, lidar com os problemas de forma mais segura.
Autores principais:Tereso, Luís Miguel Vicente
Assunto:Processo Psicanálise Meltzer Ética Process Psychoanalysis Meltzer Ethics
Ano:2008
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Ispa-Instituto Universitário
Idioma:português
Origem:Repositório do Ispa - Instituto Universitário
Descrição
Resumo:O processo psicanalítico foi um conceito que Donald Meltzer (1967) desenvolveu, procurando dar conta de uma atitude na análise, uma atitude do analista face ao paciente, baseada na integração, procurando a autonomia e o crescimento interno. Eu procuro fazer a revisão do conceito, actualizando-o e integrando-o nos desenvolvimentos recentes da psicanálise. Procuro tornar o conceito mais claro e delineado da forma mais ética possível, visando o seu uso mais alargado enquanto conceito psicanalítico, esperando que a sua delineação permita aos analistas terem uma ideia do que acontece na análise, uma ideia de para onde aquele processo que iniciaram com o paciente realmente vai ou deve ir. Procuro acima de tudo realçar a análise enquanto um espaço de liberdade e de desenvolvimento, de transformação e crescimento, um espaço que o paciente interioriza e que lhe permite, no futuro, lidar com os problemas de forma mais segura.